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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

02/10/2012 14:25

Depois de cão sumir, moradora reclama de onda de furtos no Amambaí

Mariana Lopes
Filhote da família desapareceu na última quinta-feira (Foto: Simão Nogueira)Filhote da família desapareceu na última quinta-feira (Foto: Simão Nogueira)
Quintal da casa de Lucélia já foi cenário de crime por causa de ladrões (Foto: Simão Nogueira)Quintal da casa de Lucélia já foi cenário de crime por causa de ladrões (Foto: Simão Nogueira)

Depois de o cachorro de dois meses sumir do quintal da casa, a recepcionista Lucélia Macedo, 35 anos, registrou boletim de ocorrência por furto e pede mais segurança no bairro Amambaí, na região da Orla Morena. Ela mora na rua Saldanha Marinho e conta que já foi vítima várias vezes de ladrões que entram no quintal da casa dela durante a noite e praticam pequenos furtos.

Moradora do bairro há 20 anos, Lucélia se lembra de que há mais ou menos três anos um rapaz furtou um aparelho de som da casa do vizinho e pulou para o quintal dela. "O vizinho entrou aqui atrás do bandido e acabou esfaqueado dentro da minha casa", conta.

A recepcionista afirma que frequentemente ouve barulho no quintal da casa, mas nunca saiu para ver quem era, por medo. "Penso que aqui dentro estou segura, da porta eles não vão passar, então que fiquem só no quintal", pondera. Lucélia acredita que a casa dela seja alvo por não ser uma das únicas a não ter cerca elétrica.

O filhote, de raça mistura de boxer e pitbull, sumiu da casa da família na última quinta-feira (27), quando os moradores não estavam. "Minha tia chegou em casa mais ou menos 22h, e a pedra que fica no portão para os cachorros não escaparem estava fora do lugar, como se alguém estivesse empurrado", explica.

O muro do quintal da casa de Lucélia dá de fundos com a conveniência do comerciante Dino Coimbra, 33 anos. Segndo ele, a região de fato sofre com a onda de furtos. "Eu já fui vítima de assalto aqui na conveniência, mas de uns três anos para cá o bairro acalmou, e nunca mais entraram aqui", conta.

No bairro, Dino diz que faz a política da boa vizinhança. "Esses furtos são feitos por usuários de drogas, mas eu trato todo mundo bem, respeito, não bato de frente, então eles me respeitam também, é assim", comenta, mesmo sabendo que ele é sortudo por não ser mais alvo de furtos. "Mas ainda ouço bastante reclamação dos vizinhos", conta o comerciante.

 

 

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