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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

05/12/2013 09:03

Dos 22 flanelinhas presos, 13 tinham antecedentes criminais na Capital

Aliny Mary Dias

A Operação Flanelinha, realizada ontem (4) por três delegacias da Capital, deteve 22 pessoas na região central da cidade. De acordo com o delegado Marcos Takeshita da Deops (Delegacia Especializada de Ordem Política e Social), dos detidos, 13 deles tinham antecedentes criminais.

Anteriormente, o número divulgado pela Polícia Civil era de cinco presos, mas o balanço oficial foi fechado nesta manhã.

Além da Deops, a Dedfaz (Delegacia Especializada em Defraudações Fazendárias) e a Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude) também participaram da operação que já ocorreu ano passado e voltou a ser feita em razão de denúncias de motoristas.

“Nós recebemos constantemente as denúncias de pessoas que os flanelinhas exigem o dinheiro para cuidar dos carros. Se a pessoa não dá, eles punem riscando os carros, furando os pneus e até furtando”, explica o delegado.

A operação desse ano foi concentrada na região da Igreja Perpétuo Socorro, na avenida Afonso Pena, que tem bastante movimento às quartas-feiras em razão da novena. Com os homens, a polícia encontrou quantias que variavam de R$ 100 a R$ 120.

Dos 22 detidos, um é adolescente e outros 13 possuem passagens policiais por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Todos os homens prestaram depoimento e foram liberados.

Permissão - Takeshita explica ainda que uma Lei Federal exige que todos profissionais que atuam cuidando de carros tenham uma permissão do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Entre os homens abordados, um deles possuía a documentação e não foi levado à delegacia. Para obter a permissão, os interessados precisam ir até o ministério com os documentos pessoais, explica o delegado.



Flanelinha é meio de ganhar dinheiro sem fazer nada, eu não dou dinheiro pra v.. que fica cuidando meu carro ou moto sendo que já existe o parquímetro é muito roubo. Se quer trabalhar tem muito emprega de servente e muito lote pra limpar na cidade, mas quem disse que querem trabalho pesado querem é moleza o dia todo, não concordo com a existência deles no centro da cidade e nem em qualquer lugar.
 
Ilisandra dos Santos Queiroz em 27/01/2014 15:00:45
Agora cá pra nós, porque flanelinhas se já pagamos o parquímetro? Nem licença deveria o MTE liberar, somos assaltados de todos os lados! Tem de tomar uma decisão, ou os paquímetros ou os flanelinhas, os dois não dá, ninguém aguenta!!! Cadê a fiscalização? A prefeitura e os concessionados da Flex Park deveriam fiscalizar, mas pensando por outro lado, alguns flanelinhas são melhores pois eles cuidam basta fazer amizade com eles, enquanto no parquímetro não temos segurança nenhuma.
 
Lina Rodrigues em 06/12/2013 08:53:01
Quinta-feira passada, dia 28/11/2013, meu carro foi premiado com um risco em toda a lateral, na frente de um restaurante de comida japonesa na rua Barão do Rio Branco perto do Belmar Fidalgo.
 
adilson tebaldi em 05/12/2013 21:59:21
Lamentável,ali no centro perto da caixa economica e dos outros bancos,está cheio deles,esses dias estava com problema no banco e precisei ir lá 3 vezes.A primeira paguei,a segunda vez eu disse que não tinha mais dinheiro,até ai blz,quando voltei a terceira vez,disse que não tinha dinheiro de novo,e fui ao banco,quando voltei adivinha,minha moto estava com o tanque riscado,e a rabeta da moto quebrada.Cassei o cara e nem sinal dele.Adivinha quem ficou no prejuízo,o besta aqui por não existir leis em nosso BRASIL.
 
Wanderson Santiago em 05/12/2013 15:36:50
UNS DIAS ATRÁS ROUBARAM A BIZ DO MEU IRMÃO QUE DEIXOU COM UM DESSES "POBRES COITADOS" CUIDADO E O ENGRAÇADO É QUE ELE NÃO VIU NADA .NEM DÁ PARA ACREDITAR.
 
sandra santos em 05/12/2013 15:09:11
Volmir Cardoso, muito obrigada! Graças à brilhante defesa destes bandidos que ameaçam os motoristas eles continuam à solta, sem que nenhuma medida possa ser tomada. Porque o cidadão que perde a cabeça com tamanha afronta, abuso e desrespeito, não ... não é de bem... Porque no seu conceito o tem de suportar tudo isso sorrindo e dando graças a Deus por estar sendo explorado por vagabundos assim. De bem é aquele que se "apropria" das vias públicas para ameaçar, intimidar e constranger pessoas, promovendo o pânico e a revolta dos que trabalham todos os dias para pagar os impostos... Para que o Ministério do Trabalho ainda por cima "legalize" a situação dos que nos privam do direito de ir e vir pelas vias públicas. Novamente, muito obrigada pelo INFERNO que pessoas como você defendem como mundo
 
Keila Josefa em 05/12/2013 14:29:37
Esses flanelinhas são abusados e perigosos...um dia desses eu e meu esposo fomos a uma pizzaria, estacionamos o carro não tinha ninguém , qdo retornamos por falta de 1 tinha 2, um foi na direção do meu esposo e o outro encostou do meu lado...resumindo eles chega intimidando as pessoas só de olhar na cara do camarada ja dava medo,nem deu tempo de argumentar nada e tivemos q dar dinheiro se não tivéssemos dado só Deus sabe o q teria acontecido!!!
 
cris alves em 05/12/2013 13:56:32
Brincadeira! E com as mulheres a situação ainda é bem pior! Eles chamam-nos de "madames" e ficam em cima querendo receber dinheiro. Também ficam no estacionamento do Banco do Brasil, na Avenida Mato Grosso, próximo à rotatória da Via Park e lá comportam-se como se fossem verdadeiros autorizados para cuidar da via pública! Uma barbaridade e não há lei que faça alguma coisa com eles!
 
Ana dos Santos em 05/12/2013 13:03:31
O tal do flanelinha, p mim, é marginal. Eu pago IPVA, LICENCIAMENTO, RENOVAÇÃO DE CNH E SEGURO DO CARRO e mesmo assim não tenho direito de estacionar meu carro em via pública sem que um desocupado venha me pedir dinheiro. Isso é um absurdo. Em volta do meu trabalho colocaram parquimetros, sendo que é um prédio publico. O pobre do funcionário tem que andar quadras e quadras p conseguir estacionar e ainda tem que aguentar um cidadão que se acha dono da rua, montou praticamente um "escritório" na calçada a fim de estorquir as pessoas, principalmente mulheres. É O FIM DA PICADA!!!
 
Janaina Santos em 05/12/2013 12:13:59
Eu já tomei uma atitude diferente. Quando vou a algum lugar, bar, restaurante, se tiver flanelinha por perto eu vou pra outro lugar que não tenha. Quando tem estacionamento pago, eu não me importo de pagar, mas não dou dinheiro pra flanelinha que se apropria da via pública em benefício próprio como se fosse prestar um serviço, que na verdade é um desserviço.
 
Jaime Bruno em 05/12/2013 11:59:44
CONTINUANDO...
Voltei lá e peguei o cara no mesmo lugar. Dei um esporro daqueles, que até o povo da loja ficou assustado. Aí chega um amigo do flanelinha (outro flanelinha) e me ameaça dar uns tapa em mim se eu não saísse de lá. Aí Eu catei ele pelo braço e falei: -ENTÃO BATE AGORA QUE EU QUERO VER SE TU TEM CORAGEM! SE TEU AMIGO NÃO ME PAGAR O ALARME EU QUEBRO VCS DOIS NO CACETE E CHAMO A POLÍCIA DEPOIS! Nisso chegam 3 policiais que os comerciantes chamaram. Eles tentam contornar a confusão, e um deles fala p/mim que isso não daria em nada. Os outros conversam com os flanelinhas. No final das contas o desgraçado me dá 7 reais. E eu falo pra ele: -Se eu ver você de novo cobrando dos motociclistas eu dou parte de vc na polícia. E realmente, no outro dia não era ele, tinha outro no lugar
 
Sérgio Moreira Martins em 05/12/2013 11:41:30
Ano retrasado quase quebrei dois flanelinhas no cacete. Deixei a moto estacionada perto das 7:00 da manhã, e avisei: -Minha moto tem alarme, não pode colocar no cavalete porque se não dispara o alarme. Tem que deixar no pezinho. Quando voltei (18hs) dei uns 3 reais pro cara. EU NUNCA TINHA DADO DINHEIRO PRA ESSES. E quando fui tirar a moto, ela tava no cavalete. Eu tentei ligar a moto, e a bateria tava no zero. TOCOU O ALARME O DIA INTEIRO, até acabar a carga da bateria. Quando fui dar um esporro no cara, ele já tinha sumido. BELEZA!!! Dei um tranco na moto e fui embora.Quando cheguei em casa, liguei o alarme e não tinha som de alarme ativado. Olhei e mexi... E não é que o desgraçado tinha quebrado a carenagem e destruído a caixinha de onde sai o som do alarme!
 
Sérgio Moreira Martins em 05/12/2013 11:31:49
Pior é onde existe o parquimetro, ali na esquina da Dom Aquino com a Treze, em frente a garaparia, tem um cara que está usando até a vaga dos carros prá "cuidar" das motos, esses dias dei um arroxo nele, parei minha moto e ele disse que cuidaria, eu falei que não e ele quis engrossar, só que abudei no meu tamanho e ele afinou, só que quando voltei ele estava achacando um mocinha que estava de biz, dizendo que ele pagava o parquimetro e que iria receber, só que ele liberou a moto dela sem pagamento, agora evito parar ali prá ele não danificar minha moto, mas ele é muito abusado e se diz ex-presidiario, aí o povo fica com medo dele, para comprovar o que falo passem por e vejam vocês mesmos.
 
Juracy Ribeiro em 05/12/2013 10:43:33
Lamentavelmente, os tais flanelinhas existem em função da leniência e complacência das autoridades. Eles se sentem à vontade para extorquir os motoristas/donos de veículos.
Espero e peço que as operações sejam contínuas. O povo não aguenta mais a forma como as autoridades tratam bandidos neste país. Chega!
 
Juvenal Coelho Ribeiro em 05/12/2013 10:24:57
Por que não fazem semelhante operação quando tem shows e outros grandes eventos na cidade? Os condutores ficam reféns "dos donos da rua", que cobram valores, que além de ilegais, são exorbitantes. É inadmissível que o poder público permita "o loteamento" dos espaços públicos" nas imediações dos locais onde os eventos acontecem.
 
Fernando Silva em 05/12/2013 10:08:35
Não tem que ter permissão de MTE coisíssima nenhuma. Isso não é trabalho, é extorção diante a intimidação, e como bem disseram, a rua é publica. Deve ser proibida a atuação de "flanelinhas" em qualquer lugar. É um absurdo o Ministério do Trabalho dar um aval (permissão) para que isso ocorra, duvído que se você for oferecer trabalho pra esses caras eles aceitariam, tropa de vagabundos sangue-sugas! Além disso tem que criar um lei contra essa extorção antes que seja obrigatório! Já pagamos parquímetro e temos que pagar pra manter nossa integridade física e dos nossos automóveis. Ridículo!
 
Rhaisa F. Moleno em 05/12/2013 09:59:59
"AÍ UM CIDADÃO DE BEM PERDE A PACIÊNCIA E METE UMA BALA NUM DESSES" ... só num país fascista o "cidadão" que faz isso será "de bem".
 
volmir cardoso em 05/12/2013 09:52:27
AI O CIDADÃO DE BEM PERDE A PACIÊNCIA E METE UMA BALA NUM DESSES E VIRA BANDIDO NA HORA, NESSE INSTANTE VARIAS ENTIDADES IRÃO DEFENDER O FLANELINHA QUE ESTA ALI SÓ PARA GANHAR UM DINHEIRINHO POR QUE A SOCIEDADE NÃO LHE DEU OPORTUNIDADE NA VIDA. FAÇAM ME O FAVOR NÉ!
 
Alex andré de souza em 05/12/2013 09:40:32
São bandidos extorquindo os motoristas, isso sim! Perto da uniderp tem um que até fecha as vagas "dele".
A rua não é mais pública e sim de alguns que exigem pagamento pra não fazer nada contra nosso patrimônio, é um absurdo.
E sem essa de "permissão do MTE", desde quando existe permissão pra extorquir??
 
Daniel Simoes em 05/12/2013 09:20:57
De que adianta prender se serão soltos no mesmo dia, e continuarão a trabalhar como flanelinhas, até parece que estes estão preocupados e com medo de serem processados criminalmente, a unica forma de evitar é uma ação continua da Agetran, mais esta ação têm que ser continua não vai adiantar ir um dia e nunca mais aparecerem por que ai os flanelinhas voltam.
 
Marco Aurélio em 05/12/2013 09:12:19
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