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Capital

Durante trabalho, piscineiro passa mal e morre afogado na Capital

A mãe da vítima foi até o local, passou mal e precisou de atendimento

Por Ana Beatriz Rodrigues e Geniffer Valeriano | 22/04/2024 14:42
Viatura do Corpo de Bombeiros em frente a casa onde o acidente aconteceu (Foto: Paulo Francis)
Viatura do Corpo de Bombeiros em frente a casa onde o acidente aconteceu (Foto: Paulo Francis)

Cícero da Luz, de 42 anos, morreu afogado no início da tarde desta segunda-feira (22), após sofrer uma convulsão enquanto fazia o serviço de piscineiro em uma casa de alto padrão na Rua Izalda Ourique de Oliveira, na região da Vila Polonês, em Campo Grande.

Segundo as primeiras informações, os moradores da casa estavam na residência quando o acidente aconteceu, eles retiraram o corpo da piscina e iniciaram a massagem cardíaca até a chegada do Corpo de Bombeiros.

O tenente Carlos Sanches da Ursa (Unidade de Resgate Avançado) disse que chegaram cerca de 15 minutos após serem acionados, “fizemos uso de massagem cardíaca por 30 minutos e uso de choque por duas vezes, mas não houve resposta e infelizmente constatamos o óbito”, comentou.

A mãe da vítima, uma idosa, de 60 anos, foi chamada no local e devido às circunstâncias ela passou mal e teve de ser socorrida pelos militares que ainda estavam no local. Em razão do estado de saúde, ela foi levada para uma unidade de saúde mais próxima.

Ao Campo Grande News, o padrasto de Cícero contou que há seis meses o piscineiro teve a primeira convulsão e caiu de uma motocicleta. Na ocasião, ele sofreu algumas escoriações e foi levado para atendimento médico. Pouco antes de morrer, o homem ligou para a mãe e disse estar passando mal.

“Pediram para ele fazer um exame da cabeça, mas era muito teimoso e acabou não fazendo. Ele tinha uma saúde boa. Hoje passou em casa tomou café e saiu para trabalhar. Mais ou menos uma hora depois ligou para a mãe dele falando que tava passando mal. Ela o mandou ir para casa, mas ele não quis e depois de uns minutos avisou que tinha melhorado. Logo e, seguida ligaram falando que ele tinha morrido”, disse Alfridis Ribeiro da Silva, 62 anos.

"Era uma pessoa de família, sem problema algum. Não tinha nada que desabonasse sua conduta. Era normal. Ontem passou o dia lá em casa porque era meu aniversário", finalizou o padrasto.

De acordo com a delegada Jennifer Estevam de Araújo, o homem teria ficado por cerca de 15 minutos na água até que alguém percebesse. O caso será registrado como morte a esclarecer até o resultado do laudo do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal).

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