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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

08/01/2015 14:52

Em assalto à sobaria, grupo causou pânico por 15min e roubou 40 clientes

Alan Diógenes e Edivaldo Bitencourt

Um grupo de quatro homens armados causou pânico, na noite de ontem (7), ao fazer um “arrastão” em uma sobaria localizada na Rua Eduardo Pacheco, na Vila Sobrinho, em Campo Grande. Durante 15 minutos, os bandidos renderam 40 clientes e causaram pânico para roubar bolsas, carteiras e telefones celulares.

Conforme uma das clientes, que pediu para não ser identificada por medo de represálias, a quadrilha chegou de forma repentina e abordou as pessoas quando elas estavam comendo. Eles chegaram sem capuz e anunciaram o assalto, enquanto um veículos os aguardavam na esquina no estabelecimento.

“O tempo todo eles diziam para que nós abaixássemos a cabeça, para não olhar para ninguém. Um idosa que estava na primeira mesa desmaiou, foi quando a situação ficou pior, porque eles ficaram nervosos demais. Tinham crianças andando, eles empurraram elas no chão”, explicou a vítima.

A cliente conseguiu apenas identificar a vestimenta de um dos criminosos. “Ele usava uma camiseta amarela, colocou a arma na minha cabeça e do meu filho e pediu para passar tudo. Não consegui ir trabalhar hoje, estou traumatizada”, finalizou.

O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro. A Polícia Civil faz diligências para encontrar os autores.

A violência e a ousadia dos criminosos mantém o ritmo registrado no ano passado na Capital, quando bateu recorde. Segundo a Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública), nos primeiros sete dias deste mês, 105 roubos foram registrados na Capital.

O número já bateu o número do mesmo período do ano passado, quando foram 103, e representa o dobro do registrado em 2013, quando foram 52.

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A realidade da capital é outra, policiais querem receber altos salários, trabalhar em escala (6x72hrs), nesse tempo vago, fazer o chamado bico, que rende até R$ 150,00 num dia para trabalhar até 6 hrs, e em serviço, prestar um péssimo serviço a população de Campo Grande, o que precisa ser feito é conscientizar esses policiais que eles é quem tem que mudar o pensamento e não no si próprio
 
Thiago em 09/01/2015 07:39:51
Falta policiamento ostensivo. O que adianta comprar um monte de viaturas, sendo a maioria para substituição das viaturas velhas e antigas, se não é reposto o efetivo humano. Os concursos anteriores foram apenas para repor quem aposentou ou quem saiu da força; Falta EFETIVO(gente) na PM. Se o governo fizer um concurso e contratar pelo menos uns 1500 homens para a Capital, vai "refrescar" a situação; Sem repressão ostensiva a bandidagem vai tomar conta mesmo.
 
Pacificador em 08/01/2015 16:40:05
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