Em foto com filha e piloto, esposa lamenta morte: "Não tenho palavras"
Henrique Martin era pai de aluna do Colégio Vida e Luz; comunidade escolar divulgou nota de pesar
"Amorzinho, não tenho palavras... que Deus conforte nossos corações."
RESUMO
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A esposa do piloto Henrique Martin, morto na queda de uma aeronave bimotor em Campo Grande nesta sexta-feira (3), usou as redes sociais para se despedir do marido. Anelize Andrade publicou uma foto da família e escreveu: "Amorzinho, não tenho palavras... que Deus conforte nossos corações." No acidente, também morreu a pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff, de 45 anos. As causas da queda serão investigadas pelo Cenipa.
Foi com essa frase que a Anelize Andrade, esposa do piloto Henrique Martin, morto na queda de avião registrada na manhã desta sexta-feira (3), em Campo Grande, se manifestou pela primeira vez após a tragédia.
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A mensagem foi publicada nas redes sociais ao lado de uma fotografia recente da família. Na imagem, Henrique aparece sorrindo ao lado da esposa e da filha do casal, em um registro simples da rotina familiar que agora se transformou em lembrança.
A publicação rapidamente recebeu mensagens de apoio de amigos e familiares, que lamentaram a morte do piloto e prestaram solidariedade à esposa e à filha.
A despedida também expõe um lado pouco conhecido de Henrique fora dos hangares e das cabines de comando. Nas redes sociais, além da paixão pela aviação, ele costumava compartilhar momentos ao lado da família, que acompanhou de perto sua trajetória profissional.
Fotos antigas publicadas pelo casal mostram diferentes fases da vida juntos. Em uma delas, Henrique aparece ao lado da esposa segurando a filha ainda bebê no colo. Em outra, os dois trocam um beijo durante um momento de lazer. Há também registros feitos em hangares, onde a esposa acompanhava os passos da carreira que ele construiu na aviação.
Em uma das imagens compartilhadas pela família, ela aparece ajudando Henrique a prender um equipamento ao uniforme em frente a uma aeronave. Em outra, os dois surgem juntos durante um dia de descanso, em um retrato que demonstra a proximidade do casal ao longo dos anos.
Ao Campo Grande News, amigos já haviam relatado que Henrique dedicou boa parte da vida à aviação. Antes de ingressar na empresa Amapil Táxi Aéreo, onde trabalhava havia cerca de um mês, atuou como instrutor de voo e construiu a carreira com esforço e apoio da família.
"Era um profissional capacitado, voava por instrumentos e amava o que fazia", afirmou o amigo Clauss Ferracini Mendonça.
A filha do piloto também recebeu homenagens ao longo do dia. O Colégio Vida e Luz, onde a menina estuda, publicou uma nota de pesar lamentando a morte do pai de uma de suas alunas e manifestando solidariedade à família.
Henrique morreu na queda de uma aeronave bimotora que decolou do Aeroporto Santa Maria na manhã desta sexta-feira com destino à região pantaneira. A pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff, de 45 anos, também morreu no acidente.
Enquanto as causas da queda começam a ser investigadas pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), familiares e amigos tentam lidar com a perda repentina de um homem que, além da paixão pelos aviões, construiu ao longo dos anos uma história marcada pela presença constante da esposa e da filha.
A nota também expressa apoio à família e aos amigos do piloto. "Neste momento de dor, nos solidarizamos com toda a família e amigos, rogando a Deus que conceda consolo, força e paz para enfrentar esta perda", acrescentou a instituição.
A homenagem foi uma das diversas manifestações publicadas ao longo do dia após a confirmação da morte de Henrique, que era conhecido no meio aeronáutico e descrito por amigos como um profissional apaixonado pela aviação.
Em entrevista ao Campo Grande News, o piloto Clauss Ferracini Mendonça contou que Henrique construiu a carreira com dedicação e esforço. Antes de ingressar na empresa Amapil Táxi Aéreo, onde trabalhava havia cerca de um mês, ele atuou como instrutor de voo e trabalhou em diferentes funções ligadas à aviação.
"Era um profissional capacitado, voava por instrumentos e amava o que fazia", afirmou o amigo.
Nas redes sociais, Henrique costumava compartilhar registros de voos pelo Pantanal e por outras regiões do País. Entre as publicações também apareciam momentos em família, especialmente ao lado da esposa e da filha.

O piloto morreu após a queda de uma aeronave bimotora que decolou do Aeroporto Santa Maria na manhã desta sexta-feira com destino à região pantaneira. A pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff, de 45 anos, que seguia para o Pantanal para desenvolver pesquisas sobre a fauna local, também morreu no acidente.
As causas da queda serão investigadas pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).
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