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Capital

Estado homologa empréstimo de R$ 360 milhões para PPP do Hospital Regional

Recursos se destinam a financiar as ações necessárias para a atuação da concessionária

Por Fernanda Palheta | 24/09/2026 07:55
Estado homologa empréstimo de R$ 360 milhões para PPP do Hospital Regional
Fachada do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. (Foto: Arquivo/Paulo Francis)

O governo do Estado homologou empréstimo de R$ 360 mil da Inova Saúde MS S.A., concessionária responsável pela PPP (Parceria Público-Privada) do Hospital Regional Maria Rosa Maria Pedrossian. A resolução com a decisão da Comissão Intergestores Bipartite foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (24).

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O governo de Mato Grosso do Sul homologou empréstimo de R$ 360 mil para a Inova Saúde MS S.A., concessionária da PPP do Hospital Regional Maria Rosa Maria Pedrossian. O crédito será obtido junto ao BNDES e destinado a financiar ações da concessionária e o cumprimento das obrigações contratuais. A empresa assumiu a gestão dos serviços de apoio do hospital em maio, com previsão de reforma e construção de dois novos blocos com 577 leitos.

O crédito junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) será obtido em linha com recursos originários do FIIS-Saúde. De acordo com a publicação, os recursos se destinam a financiar as ações necessárias para a atuação da concessionária e o cumprimento das obrigações contratuais da PPP.

A resolução foi assinada pelo secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, Mauricio Simões, e pelo presidente da Cosems/MS (Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso do Sul), Janssen Portela Galhardo.

PPP - A Inova Saúde MS S.A. assinou o contrato da PPP em maio deste ano, quando teve início a transição para a gestão mista entre Estado e empresa privada. A concessionária vai coordenar os serviços enquadrados como "bata cinza", além de fazer a reforma da estrutura atual e construir dois novos blocos onde caberão 577 novos leitos.

A "bata cinza" se refere ao que não é relacionado à assistência médica direta aos pacientes. Já a "bata branca" inclui a gestão de pessoas e dos atendimentos e seguirá nas mãos do poder público. A gestão será dividida até 2030, mas o hospital continuará prestando atendimento exclusivamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde) à população.

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