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Campo Grande, Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

18/01/2018 10:23

Exército culpa Águas, transição e chuva por demora em obras

Obras das Avenida Bandeirantes e Marechal Deodoro agora são de responsabilidade da Prefeitura

Danielle Valentim
(Foto: André Bittar)(Foto: André Bittar)

O convênio e o cronograma de trabalhos entre o 9º Batalhão de Engenharia e Construção e a Prefeitura Municipal de Campo Grande para obras de asfalto foram reprogramados e ficou definido que a entidade vai tocar só os trabalhos da rua Brilhante, que tiveram vários problemas. Em nota divulgada pelo CMO (Comando Militar do Oeste), a Corporação explica que os trabalhos foram afetados, principalmente, pelas chuvas e também pela transição de administração.

No documento, o Exército explica que as mudanças acertadas foram um pedido do Executivo, por meio da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), em ofício de outubro de 2017. A partir daí, reuniões foram realizadas para tratar da reprogramação do Termo de Convênio, obras e cronograma dos trabalhos realizados.

Ficou acertado entre a Prefeitura e o CMO que, para atender ao requisito do contrato de Financiamento da Caixa Econômica Federal e PAC FGTS, as obras dos trechos da Rua Guia Lopes e da Rua Brilhante ficarão sob a responsabilidade do Exército Brasileiro e as da Avenida Bandeirantes e Marechal Deodoro passarão para o escopo da Prefeitura Municipal.

O Exército ressaltou, em nota, que o trabalho do 3º Grupamento de Engenharia, em fevereiro de 2017, e desembolsos necessários para consolidar o Contrato de Financiamento junto à Caixa Econômica Federal foram decisivos para que a Prefeitura honrasse o compromisso com o Ministério das Cidades, de iniciar as obras.

Ainda no documento, o CMO pontuou que a excelência dos trabalhos da Engenharia Militar do Exército Brasileiro e o “Know How” dos militares envolvidos são de conhecimento nacional, devido as obras viárias realizadas no estado de Mato Grosso BR 163 e no Nordeste Brasileiro na Rodovia BR 101.

Atrasos

O CMO reiterou, que em novembro de 2017, já havia informado em nota conjunta com a Prefeitura que os trabalhos foram afetados por diversos fatores, entre eles problemas herdados das décadas de 60 e 70.

Alguns dos problemas enfrentados foi o longo período de chuvas intensas e presença de adutoras de água, redes de esgotos, de gás e de telefonia das décadas de 60 e 70.

Outro fator numerado pelo Exército foi a transição de governo municipal, no início do ano 2017, e da necessidade de que a nova administração levantasse os compromissos assumidos pela gestão anterior, e da possibilidade de efetiva existência de recursos financeiros para a contrapartida.

Nesse impasse, houve atrasos nos repasses financeiros para o Exército Brasileiro e demora na disponibilização dos projetos executivos.



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