A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

06/06/2013 12:17

Faixas espalhadas pela cidade manifestam revolta e solidariedade aos índios

Mariana Lopes
No cruzamento da avenida Afonso Pena com a rua 14 de Julho a faixa chama a atenção da população para os conflitos nas terras de SIdrolândiaNo cruzamento da avenida Afonso Pena com a rua 14 de Julho a faixa chama a atenção da população para os conflitos nas terras de SIdrolândia
No pontilhão da avenida Ceará com a Afonso Pena, outra faixa de apoio aos indígenas, com destaque à morte do terena  Oziel GabrielNo pontilhão da avenida Ceará com a Afonso Pena, outra faixa de apoio aos indígenas, com destaque à morte do terena Oziel Gabriel

Os conflitos em campo entre indígenas e fazendeiros, que resultou em mortes, feridos, e mobilizou até a força nacional, agora ganha as ruas de Campo Grande, com faixas que expressam a revolta do massacre do povo terena e também solidariedade aos guerreiros de cara pintada.

Nesta quinta-feira (6), duas faixas ganharam destaque em pontos diferentes da Capital. Uma, no cruzamento da avenida Afonso Pena com a rua 14 de Julho, responsabiliza produtores rurais e o Estado pelo massacre dos índios.

Na outra, fixada no pontilhão, fixada no pontilhão das avenidas Ceará e Afonso Pena, é um protesto pela morte de Oziel Gabriel, o indígena que morreu com um tiro durante a desocupação da fazendo Buriti, em Sidrolândia.

O conflito dura desde o dia 15 de maio, quando povos terena ocuparam a sede da fazenda do ex-deputado Ricardo Bacha. Na semana passada a Polícia Federal e Militar foram até a propriedade rural para cumprir o mandado de reintegração de posse, que resultou na morte de Oziel e outros indígenas feridos.

Prefeitura e TJ prorrogam renegociação de dívidas ajuizadas até 3ª
O programa de refinanciamento de dívidas da Prefeitura de Campo Grande foi prorrogado até o dia 19 de dezembro, a próxima terça-feira, no Centro de C...
Homem tem corpo queimado em acidente doméstico e morre na Santa Casa
Após dois dias internado, José Loureiro da Cruz, 49 anos, morreu por volta das 6h30 desta sexta-feira (15) na Santa Casa em decorrência de acidente d...


Que o governo seja breve,e faça de uma vez por todas a demarcação das terras indígenas q a tanto se arrasta,basta abrir a CF na página que consta o artigo 231, que tudo estará resolvido,evitando que mais vidas sejam ceifadas.Perder um índio,dói,pois o índio não rouba não assalta,não sequestra,vivem em seus pequenos espaços, distantes do meio social em consequência de terem sido despidos de sues direitos de propriedade,não lhes restando se quer meios para produzir o sustento para viver.Dos poucos que conseguem sobressair, às vezes ainda o que lhes resta é uma bala pelas costas em virtude da busca de seus direitos q a muito estão inseridos na Carta Magna.
 
margareth tavares em 07/06/2013 23:20:40
Pois é, D. Igreja católica. O que nossa geração tem a ver com os massacres que os seus jesuitas, produziram no mundo. A igreja, bispos padres etc.etc....., deveriam ter vergonha na cara, dobrem seus joelhos perante DEUS, se é que voces conhecem. Parem de desaloja apoianbndo gueerrr as pessoas de suas casas ,parem de dar margem força aos procedimentos corruptos da funai o que é que voces estãso pensando. Estão perdendo seu fieis e agora estão querendo converter os indios, e em troca de terras. Que Deus perdoe a todos voces, pelos pecados que voces estão cometendo..Usando a batina, para impor guerra . FORA>
 
bernadete muniz em 07/06/2013 18:05:51
Com licença no que eu vou falar, se os índios estão retomando suas terras, então porque que eles não produzem no que já tem? E se for assim, todos nós teremos que ir embora pros países de nossos avós nasceram, pois nenhum branco viveu aqui antes de 1500, ou viveram? Eles podem por fogo em pastos e matas fechadas e ciliares, enquanto se um branco queimar um monte de folhas secas que caem no quintal de casa, no sítio ou fazenda, vão lá e chamam o ibama e com os índios nada acontece, onde eu moro os índios(brasileiros e paraguaios) pois é fronteira, invadiram uma fazenda, e por ventura o sítio que meu pai deixou de herança, eles simplesmente chegaram na fazenda e vieram nos sítios circunvizinhos e mataram animais domésticos e tocaram meu irmão de lá, algo aconteceu com eles a respeito disso? nada
 
Ismael Vitro em 07/06/2013 04:20:22
Boa Noite, queria começar respondendo o primeiro comentário deste post, ressaltando que, se trata ou não de movimento estudantil, eu não sei, só sei que se for nós estamos de parabéns, Porque isso é um movimento estudantil vivo, que está buscando sua identidade, o movimento estudantil tem que lutar por aquilo que acha correto, justo, pelo bem dos menos favorecidos, lutar contra essa falsa democracia, tentar acordar a sociedade para os absurdos que acontecem todos os dias e ninguém faz nada, ninguém se move, todos aceitam que as riquezas do Brasil fique na mão de uma minoria aproveitadora, suja e corrompida pelo dinheiro. Todos aceitam que só exista leis, e regras para os pobres que quem detêm o poder vive a quem das leis e do justo.
Sou INDÍO TERENA !!!!
 
Wesley Marcelino Etnia Terena em 07/06/2013 01:36:20
Pessoal de Campo Grande sempre se achando mais civilizado e discriminando o interior.
Sabe como dizem né pessoal da cidade grande num sabe da aonde vem o arroz e o feijão e acham que o leite vem das caixinhas do supermercado!
 
Leandro Amaral em 06/06/2013 20:44:51
Protestar contra a morte do produtor assassinado por índios em Douradina, ninguém protesta, mas pela morte de um índio cujas imagens mostravam estar armado com arco e flecha e ameaçando os policiais que estavam ali trabalhando sim. Aposto que isso é coisa de Movimento Estudantil, um movimento que já foi importante e hoje se perdeu, vivem fora da realidade, querem mais é uma anarquia, à noite se recolhem com seus carros do ano na casa dos pais e dormem na caminha quente, não trabalha porque é coisa "dazelite", o arroz e feijão que comem veio de uma "plantation" que tanto condenam, mas na hora que a "fome" aperta isso tanto faz.
 
Paulo Medeiros em 06/06/2013 14:22:28
PINTAR A CARA NO BRASIL RESOLVE , DERRUBAMOS UMA DITADURA MILITAR AGORA VAMOS DERRUBAR O DESCASO PUBLICO .
O POVO BRASILEIRO ESTA SE CONSCIENTIZANDO DE QUE SOCIALIZAR NÃO É MATAR A CULTURA INDÍGENA , TOMAR AS TERRAS , MAIS SIM RESPEITAR O ÍNDIO COMO HOMEM DIGNO DE SER LIVRE E DONO DO LUGAR QUE HERDOU DOS SEU ANTEPASSADOS , ÍNDIO NÃO INVADE , ÍNDIO RETOMA , ÍNDIO NASCEU AQUI VIVE AQUI NUNCA SAIU DAQUI ,ELE FOI TIRADO DA ONDE É SEU , ÍNDIO NÃO É MERCENÁRIO , ÍNDIO É GUERREIRO E VALENTE ,ÍNDIO AMA A TERRA A MATA SOL ESTRELA E LUA ANIMAIS , ÍNDIO NÃO ESTA DEFENDENDO SÓ ELE ESTA DEFENDENDO A NATUREZA .
 
SILAS BELO em 06/06/2013 14:21:18
engraçado que faixas defendendos os índios tem de monte, mas quando mataram policiais que defendiam a população nada se falou.
 
wallace rosa reis em 06/06/2013 13:57:37
Coitadinhos dos Indigenas, só vão atras de terras produtivas!!!! De Campo Grande a Tres Lagoas, tem muita terra (puro calcario) serve só para plantar eucaliptos, ninguem quer brigar por elas!!!! E os produtores com suas casas, mobiliarios, tratores, animais, pagadores de impostos, quem vai arcar com os prejuizos???? A Força Nacional chegou para botar ordem, e os indios ainda ficam bravos, dá licença!!!!!!
 
Ana Beatriz em 06/06/2013 13:36:31
Quem semeia vento colhe tempestade. Para conseguir alguma coisa no mundo civilizado tem que começar com o diálogo.
 
Claudio Barbosa em 06/06/2013 13:20:36
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions