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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

04/02/2015 16:50

Gaeco apura fraude na utilização de R$ 500 mil da Fundação de Cultura

Michel Faustino
Suspeita é de que servidor tenha usado notas frias para desviar cerca de R$ 500 mil destinados a projetos. (Foto: Marcos Ermínio)Suspeita é de que servidor tenha usado notas frias para desviar cerca de R$ 500 mil destinados a projetos. (Foto: Marcos Ermínio)

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) apura se houve fraude na utilização de cerca R$ 500 mil destinados a convênios financiados pelo FIC/MS (Fundo de Investimentos Culturais do Estado de Mato Grosso do Sul) entre 2013 e 2014. A investigação é objeto de uma operação deflagrada na manhã de hoje (04) realizada em Campo Grande e cinco municípios do interior.

Segundo o promotor Marcos Alex Vera de Oliveira, coordenador do Gaeco, a suspeita é que Reginaldo Peralta, ex-coordenador do FIC, usava notas frias para realizar os pagamentos, que não aconteciam.

De acordo com o Ministério Público, a operação denominada “Fantoche” ocorre após seis meses de investigação conjunta com a 31ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social de Campo Grande, se estendendo a apurações em Corguinho, Ponta Porã, Bodoquena, Angélica e Aquidauana.

Hoje pela manhã foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária, sendo três em Campo Grande e um em Ponta Porã e quatorze de busca e apreensão em Campo Grande, Bodoquena, Corguinho, Aquidauana e Ivinhema, bem como afastamento de servidores da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul), local onde integrantes do Gaeco recolheram documentos.

Conforme a investigação, o Gaeco apura fraudes na liberação de aproximadamente R$ 500 mil para projetos culturais. No entanto, não foi esclarecido quando ao valor, em propinas, desviado desses aproximadamente R$ 500 mil.



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