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Campo Grande, Domingo, 23 de Setembro de 2018

27/08/2018 10:45

Juiz mantém preso homem suspeito de estuprar mulher alcoolizada

A decisão foi do juiz César Castilho Marques, na manhã desta segunda-feira (27), em audiência de custódia

Viviane Oliveira

A Justiça decretou a prisão preventiva de Diego Alessandro de Almeida Serra, 33 anos, suspeito de estuprar uma mulher, também de 33 anos, alcoolizada. A decisão foi do juiz César Castilho Marques, na manhã desta segunda-feira (27), em audiência de custódia. A prisão dele foi na manhã de sexta-feira (24) na região do bairro Monte Líbano, em Campo Grande.

O juiz justificou sua decisão pela condição do delito e pela gravidade da conduta do suspeito. Diego já responde a dois processos sendo por crimes previstos no estatuto do idoso e por ameaças. Os dois são de junho do ano passado, segundo informações disponíveis no site do Tribunal de Justiça. O suspeito estava em uma das celas da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) e deve ser levado para o Presídio de Trânsito. 

Caso - A Polícia Militar foi acionada pela própria vítima. Diego foi preso logo depois. O caso aconteceu por volta das 2h de sexta-feira. A mulher relatou à equipe policial que, saiu para beber em um bar localizado na Rua Rui Barbosa, quando conheceu o rapaz. Depois de um tempo, ela foi levada para a casa e estuprada pelo suspeito.

Ele confessou que houve relação sexual, mas que foi consensual. Porém, a delegada plantonista da Deam, Fernanda Barros, entendeu que houve o crime e prendeu o rapaz por estupro de vulnerável. Caracteriza crime de estupro de vulnerável sexo ou qualquer ato libidinoso com menor de 14 anos ou, ainda, quando a pessoa, mesmo adulta, não tem capacidade de discernimento, como por exemplo em casos de mulheres sob efeito do álcool.

A delegada explicou que seja qual foi o fato, se ela bebeu demais ou se tem algum problema psicológico, ele deveria ter tido mais cuidado. A mulher tomou coquetel de medicamentos (que previne a Aids e gravidez) e passou por exame de corpo de delito no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal). O caso segue sendo investigado pela Delegacia Especializada.



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