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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

07/04/2011 08:30

Médicos param nesta 5ª feira para pressionar planos de saúde

Aline dos Santos

Médicos de Mato Grosso do Sul fazem paralisação nesta quinta-feira para pressionar os planos de saúde. A iniciativa, denominada “Os médicos vão parar para o atendimento dos planos de saúde melhorar”, faz parte de uma mobilização nacional.

A categoria realiza entrevista coletiva no CRM/MS (Conselho Regional de Medicina) e, em seguida, fará mobilização na praça do Rádio Clube, em Campo Grande.

Durante todo o dia, não serão realizadas consultas e procedimentos eletivos, ou seja, marcados. Os pacientes serão reagendados. Apenas os casos de urgência e emergência serão atendidos.

Os profissionais da saúde reclamam do baixo valor pago por consultas e outros procedimentos. A interferência das operadoras no trabalho médico tem resultado no descredenciamento crescente de médicos dos planos.

A categoria exige a definição de regras que assegurem o reajuste dos honorários de forma progressiva. Nos consultórios, os médicos atendem, em média, pacientes conveniados a oito planos ou seguros saúde diferentes.

No Brasil, os planos e seguros de saúde são responsáveis pelo atendimento a 45,5 milhões de pessoas. O número de médicos que atendem pelos planos é de, aproximadamente, 160 mil, sendo que eles realizam anualmente cerca de 223 milhões de consultas e respondem por 4,8 milhões de internações.

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É consenso comum que se paga plano de saúde como prevenção para o bolso, porque ai daquele que, em uma emergência, necessitar de atendimento particular em um hospital ou clínica...Ficamos entre a cruz e a espada, justamente num momento em que estamos fragilizados ou em desespero, somos dura e covardemente extorquidos financeiramente, naquela hora em que ponderamos entre a vida e a morte, nossa ou de um ente querido...ou paga, ou não haverá o devido socorro, senão vá buscar a rede pública de saúde (a morte certa).
Pagam-se essas cooperativas porque não há realmente alternativa. Depois do advento dessas "caixas de assistência", o atendimento ficou a desejar. Ohem as clínicas e consultórios, lotados. Como atender bem m paciente com a sala de espera cheia? E há tempos os médicos não recebem a devida remuneração (se é este o termo) por parte daquelas. Agora meus amigos, se sofrem os médicos (que diga-se de passagem, boa parte promovem uma medicina de elite) , qual será o desfecho dessa mobilização para com o resto da população?
 
Fernando Andrighetti em 07/04/2011 01:48:25
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