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Mototaxistas e taxistas se juntam e percorrem Afonso Pena contra Uber

Por Viviane Oliveira e Julia Kaifanny | 07/12/2016 09:24
Taxistas e mototaxistas seguem na Avenida Afonso Pena até o CMO, onde o protesto deve acabar (Foto: Fernando Antunes)
Taxistas e mototaxistas seguem na Avenida Afonso Pena até o CMO, onde o protesto deve acabar (Foto: Fernando Antunes)

Cerca de 140 taxistas e 100 mototaxistas fazem protesto nesta manhã (7) contra o aplicativo Uber, em Campo Grande. Eles se reuniram nos altos da Avenida Afonso Pena, em frente à Cidade do Natal, e saíram em carreata até o CMO (Comando Militar do Oeste). A maioria dos taxistas estão vestindo camisetas pretas com a palavra 'luto' de um lado, e, do outro, escrito 'todos os dias pela minha profissão'.

Uma equipe da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) acompanha a carreata. A categoria ocupa a faixa do meio da Avenida Afonso Pena e segue até o CMO, onde o protesto deve acabar. 

Segundo o presidente do Sindicato dos Mototaxistas, Dovair Caburé, a categoria se organizou de forma pacifica para pedir o fim do aplicativo ou seja regularizado. “Desde a criação do Uber o movimento diminuiu cerca de 60%, lamenta. O responsável pelo sindicado dos taxistas não quis falar com a reportagem.

Além de protestar contra o "transporte clandestino", os taxistas querem manifestar apoio ao projeto que tramita no Congresso, que visa regulamentar o setor de forma que fique proibida o Uber no país.

O serviço foi regulamentado em São Paulo e proibido no Rio de Janeiro. Em Campo Grande, o Uber virou alvo, recentemente, de fiscalização da prefeitura, através da Agetran. 

O aplicativo começou a operar em Campo Grande no dia 22 de setembro. A capital é a 23ª cidade a receber o serviço, que ganhou notoriedade mundial por oferecer transporte com preço acessível. 

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