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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

18/10/2011 17:48

OAB faz amanhã consulta sobre o que precisa melhorar na Justiça de MS

Marta Ferreira

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Mato Grosso do Sul faz, amanhã, consulta inédita aos profissionais filiados à entidade, batizada de referendo. Das 17h às 19h, eles vão opiniar sobre o que acham que precisa melhorar no sistema judicial do Estado.

Isso vai ser feito em um formulário específico para cada uma das 31 subseções da OAB no Estado, elaborado a partir de um relatório de visitas feitas durante todo o ano passado.

“Em cada subseção foram apontadas as questões mais significativas”, explica o presidente da OAB/MS, Leonardo Duarte.

Segundo ele, o formulário traz os itens relacionados pelos advogados em cada comarca e eles terão de marcar os que consideram prioritários.

Depois, será editado um livro a ser encaminhado às autoridades do Judiciário, em todas as férias. “A intenção é ajudar a definir onde devem ser feitos investimentos para melhorar a Justiça no Estado”, afirma Duarte.

Segundo ele, pelo que a OAB já levantou, o peticionamento eletrônico é o item apontado como o campeão de problemas no Estado.

Dos 8,5 mil mil advogados atuantes em Mato Grosso do Sul, mais da metade usam a petição eletrônica, e segundo a OAB, a instabilidade do sistema é um problema. “É um sistema bom, mas ele é instável e as vezes no meio de um procedimento, cai”, afirma.

A expectativa da OAB é de que pelo menos 1,5 mil advogados participem.



Tem tanto a melhorar, como espaço mais adequado para atender e de espera para os usuarios, decisões mais justas, horários, leis mais claras, maior rapidez no atendimento, sem contar com agilidade para os processos de pessoas idosas e por aí vai.
 
Samuel Aguiar em 19/10/2011 12:09:20
Precisa melhorar algumas coisas, como julgamento mais rápido em ações de caráter financeiro, principalmente em se tratando de ações contra instituições financeiras que tem tido lucros bilionários, um atrás do outro...Além disso, é preciso dar privilégio em julgar primeiro ações das pessoas menos abastadas financeiramente...que passam por problemas financeiros, e por isso necessitam de recursos!
 
Pedro Luís da Silva Giaretta em 18/10/2011 07:01:21
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