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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

24/03/2014 09:50

Olarte diz que Capital tem déficit de 200 médicos e 134 foram contratados

Aliny Mary Dias e Cleber Gellio
Falta de viaturas do Samu em circulação é um dos problemas apontados no relatório de Olarte (Foto: Divulgação)Falta de viaturas do Samu em circulação é um dos problemas apontados no relatório de Olarte (Foto: Divulgação)

No relatório apresentado na manhã desta segunda-feira (24) pelo prefeito Gilmar Olarte (PP), em entrevista coletiva da Prefeitura de Campo Grande, providências para melhorar a saúde na cidade são apresentadas. O documento também traz a situação no setor deixada pelo prefeito cassado Alcides Bernal.

Nos postos de saúde, o déficit apurado pela administração é de 200 profissionais, entre eles clínicos gerais e pediatras. A providência do novo prefeito, segundo o documento, foi a contratação imediata de 134 médicos, uma reunião entre eles e o secretário de Saúde, Jamal Salém, está marcada para às 13h30 de hoje na UPA (Unidade de Pronto Atendimento Comunitário) do bairro Coronel Antonino.

A situação do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que vem sofrendo com críticas nas últimas semanas em razão da demora no atendimento de três casos que terminaram em morte, também foi abordada no relatório.

Na Capital, o serviço possui 19 ambulâncias, mas apenas cinco delas estavam funcionando. Segundo o prefeito, quatro foram consertadas na última sexta-feira (22) e colocadas nas ruas. Agora a cidade conta com nove veículos.

Olarte promete ainda que nos próximos 30 dias as 10 viaturas que estão fora de circulação voltam para as ruas. A reformulação no setor de triagem das ligações também é apontada como uma das providências da administração.

A falta de medicamentos, produtos básicos e má manutenção de equipamentos nos postos de saúde aparecem como outros problemas agravados na gestão de Bernal. A assinatura do convênio entre a Prefeitura e o Estado no valor de R$ 500 mil para a compra dos remédios será feita essa semana.

O tempo de espera para consultas ambulatoriais, que atualmente é de 60 dias, deve ser de 30 dias na rede pública, afirma Olarte. O efetivo de médicos nos postos 24 horas será ampliado de quatro para 10 profissionais.

A valorização e capacitação dos servidores também aparecem como providências da administração de Olarte para a saúde da Capital.



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