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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

07/02/2011 08:22

Para Nelsinho, projeto não é suficiente para liberar shows

Paulo Fernandes

Prefeito disse que existe dúvida jurídica sobre adequação do projeto.

Nelsinho chegou a conversar com vereador Vanderlei Cabeludo (PMDB) sobre a Lei do Silêncio (foto: Fernando Dias/Campo Grande News)Nelsinho chegou a conversar com vereador Vanderlei Cabeludo (PMDB) sobre a Lei do Silêncio (foto: Fernando Dias/Campo Grande News)

O prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho, afirmou nesta segunda-feira que o projeto de lei complementar que inclui três festas como exceções à Lei do Silêncio não irá solucionar o problema da Expogrande.

Nelsinho afirmou que o projeto apenas aumenta a tolerância do som em 5 decibéis para as festas de Santo Antônio, Aniversário de Campo Grande e Expogrande, mas que o barulho dos shows na exposição ultrapassam esse limite.

“Vai cair nesse mesmo problema. O que foi alertado pelos vereadores no dia é que aumentando em cinco decibéis não vai resolver o problema. Pode ter a tolerância, porém com cinco decibéis a mais. O abacaxi virá para a Semadur, que se der licença acima dos cinco decibéis a mais vai sofrer sanção”, afirmou.

O prefeito disse que existe uma dúvida jurídica se esse limite sonoro poderá ser ampliado além dos cinco decibéis. Uma lei federal impede o aumento da tolerância.

Nelsinho afirmou ainda que não é contra a Expogrande. “Existe um show tradicional, que em função desse problema que a Justiça colocou, nós estamos tentando resolver com a maior boa vontade”, afirmou.

O prefeito voltou a defender a realização de uma grande audiência pública para resolver o problema.

Uma lei complementar de 2003 já cria a tolerância para três festas: Natal, Ano Novo e Carnaval. A lei, segundo o vereador Carlos Borges, é a que permite a Festa da Virada, realizada todos os anos pela TV Morena.

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Minoria nada, quem quer barulho que va fazer show no mato, quem trabalha tem que ter o direito de poder dormir em paz. Não é a maioria da cidade que passa a noite toda farriando.
 
Ananias Rodrigues em 08/02/2011 08:14:16
To de acordo com a proibição de shows na Expogrande. Pois o evento e para apresentação de maquinas, animais, industrias e para desenvolvimento da Agropecuaria do estado.
Que arranjem outro local mais afastdo do centro da cidade para se fazer shows.
Em dia de shows é impossivel alguem interessado em animais ou maquinas circular pelas dependendcias da Expogrande.Assim prejudica o q mais interessa: o comercio de produtos Agropecuarios.
 
Marco Aurelio de Souza Perez em 08/02/2011 08:09:14
OS SHOWS NO PARQUE DE EXPOSICAO DE CAMPO GRANDE MS, sim sim

show shows na Expogrande sim sim sim sim.......
 
marina goulartt larson em 08/02/2011 07:29:47
Certamente por trás de tudo isto, existe o interesse corporativo, fiquei sabendo por fonte segura que aquela área que é usada como estacionamento, foi vendida à uma grande empresa da construção civil ,que pretende construir no local um grande emprendimento imobilário, e certamente os shows realizados no recinto da acresul, desestimula o interesse dos compradores, devido os alto ruidos produzidos, sem contar a baderna que atravessa a madrugada.
Simplesmente é o lobi das grandes corporações prevalecendo.
 
LORIVAL CORREA em 08/02/2011 07:25:21
Restart ADOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORO!
 
Doralacio Neto em 08/02/2011 05:28:51
Aliás, o volume das incontáveis igrejas deveria ser observado também. Inclusive, se tais espaços são na maioria das vezes casas de aluguel que não tem uma acústica própria para suportar o volume dos rituais religiosos.
 
sonia bacha sb em 07/02/2011 12:28:16
Acredito que o problema em relação aos shows realizados no Parque de Exposições Laucídio Coelho, além do alto volume do som, seja o horário do início dos referidos. Já há algum tempo os shows, normalmente anunciados para as 23:00, apenas têm início após à 01:00 e término após às 03:00 da manhã. Considerando a quantidade de eventos realizados em Campo Grande, nossa cidade já merece um local específico, com tratamento acústico e tudo mais que seja necessário. Aproveitando o momento, acho que deveria ser revista também a realização dos shows no Parque das Nações Indígenas já que o local é uma área de presenvação ambiental e onde o som, nos dias desses shows, também é bastante elevado.
 
Gladis T. Caramalac em 07/02/2011 11:43:27
É ridículo. Nunca cumpriram a Lei, e quando a justiça resolve agir, os poderosos pedem a mudança da Lei. O pobre ou cumpre a Lei ou paga multa e é preso, os poderosos, solicitam e conseguem que a Lei se adeque a eles.NOSSO PAIS É RIDÍCULO.
 
Valter Antunes Oliveira em 07/02/2011 11:10:38
Mas é simples, deixa ter a Expogrande (afinal levantaram a lebre há menos de um mês do evento já marcado) e resolve-se o resto depois da feira, aí quem organiza e faz as festas vai ter um tempo para mudar o local da festa e quem sabe até mudar de cidade caso não haja uma área em que as festas possam ser realizadas, impedir a festa de ultima hora, depois que o evento já foi vendido me parece um pouco de falta de consideração com os organizadores.
 
Maximiliano Nahas em 07/02/2011 10:33:34
O interessante é que depois de anos e anos da realização da Expogrande, só agora é que passou a existir o problema da Lei do Silêncio.
Isso tá mal explicado e pode dar azo a novos comentários sobre a indústria da propina que vem se instalando no nosso Estado.
Olho neles!
 
Fernando Ribeiro em 07/02/2011 09:48:29
Certamente que os interesses finaceiros e políticos prevalecerão e toda a população sofrerá com essas intolerâncias!
 
ricardo rodrigues em 07/02/2011 09:36:25
nossos parlamentares nao podem deixar que acabem com festas tradicionais do nosso estado por causa de minorias
 
Cleosvaldo Pereira em 07/02/2011 08:07:37
O problema não é a Expogrande, o Arraial de CG ou o Aniversário de CG, mas sim as festas de campeonato de som, queimação de pneus, clube do laço, e outros shows, já tendo inclusive tido show de louvor. A verdade é que a ACRISSUL aluga o espaço para qualquer um que queira fazer "um barulho", sem se preocupar com a perturbação das pessoas que residem no entorno. Antigamente as festas eram exceções. Atualmente o silêncio é que é excessão.
 
André Cabreira em 07/02/2011 06:42:36
Bom na minha opinião deve sim ser feita uma adequação ao local em que os shows e outros eventos do tipo acontecem, deve-se ver que apesar de incomodar a muitos, eu particularmente não gostaria de morar naquela região, esses eventos geram empregos na área de entretenimento em Campo Grande, um local mais adequado a isso tudo é o mais sensato a se fazer, ja ouvi até falar que o Laucidio Coelho vai mudar de endereço e o Morenão pode ser a alternativa para algumas festas.
 
Oswaldo Junior em 07/02/2011 06:41:21
Como médico e cidadão sou favoravel ao controle de barulho em nossa cidade. Esse é um problema antigo por aqui, não só em festas, mas pelas ruas onde encontramos veiculos com equipamento de som fora dos especificados pelo Contran, verdadeiros canhões de som e nada é feito para regulamentar. Casas noturnas sem proteção acustica para funcionar durante a noite, Não há respeito nem por areas onde existem hospitais! É preciso que se entenda o que o som excessivo pode provocar na mente humana. Levar a loucura. Funciona como droga. O cerebro reage ao excesso de ruido com euforia ou ira. Depois os causadores de atos de desatinos são condenados.Preocupamos com o ambiente dos animais irracionais e somos relaxados com o nosso!
 
Fernando Vasconcellos Dias em 07/02/2011 06:36:31
Pq vocês politicos falam tanto em lei do silêncio !? Campo Grande já não tem mais local de diversão para a população e vocês ainda acabam com o único meio de diversão!? PELO AMOR DE DEUS!!!!!!!!!!!!! Depois jogam a culpa no aumento da violência. Abram os olhos Amigos. A Afonso Pena agora está dando gosto de levar a família pra passer com tantos policiais patrulhando o local aos Domingos, mas após as 22:00 começa tudo de novo as manobras arriscadas colocando em risco nossa segurança. Mas acabar com eventos na ExpoGrande, isso eu não concordo, assim como muitos outros moradores desta cidade. Não adianta se embasarem por meia dúzias de opiniões pois não exprime a real opinião e nem a vontade da população que sabe se divertir com moderação. Pq vcs não colocam tbm a lei dos decibéis para as "Igrejinhas Evangélicas de porta de boteco"!? Elas tbm incomodam com som alto ás vezes..........!
 
Paulo Henrique Garcia Espinosa em 07/02/2011 06:27:52
OS SHOWS NO PARQUE DE EXPOSICAO DE CAMPO GRANDE MS, NAO PREJUDICA EM NADA OS MORADORES DA REGIAO, PROVAVELMENTE UMA MEIA DUZIA DE PESSOAS SEM ESPIRITO ESPORTIVO QUE RECLAMAO DESSES EVENTOS QUE ACONTECEM EM NOSSA CIDADE A MAIS DE 20 ANOS
 
FRANCISCO DOS SANTOS em 07/02/2011 04:41:39
Eu acho que os shows não podem acabar por que um momento de lazer para algumas pessoas. E a expogrande já é uma festa tipica de nossa cidade.Por isso eu acho q o prefeito tem que fazer de tudo para liberar os shows no parque laucidio cuelho.Por que naum temos outro lugar para acontecer os eventos em campo grande.
 
Vanessa C. A. Estival em 07/02/2011 04:24:37
...o volume das incontáveis igrejas deveria ser observado também. Inclusive, tais espaços são na maioria das vezes casas de aluguel que não tem uma acústica própria para suportar o volume dos rituais religiosos.
 
sonia bacha sb em 07/02/2011 04:10:07
Lamentavelmente, mais uma vez esse problema, volta a atorduar tanto os promotores de eventos quando os proprios moradores, mas é bem interessante gerar esse debate dentro da sociedade, de repente a localização do parque laucidio coelho esteja inadequado, ou seja, concordo com os moradores, quem consegue sobreviver a tanto barulho, sem contar que o excesso de som pode vir causar serios problemas de audição. é válido resaltar que precisamos rever e reorganizar o parque, mas ainda assim sou afavor da proibição...ninguem alugou ouvidos pra ficar ouvindo tanta barrulheira.
 
Roberto Fernandes em 07/02/2011 03:57:31
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