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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

07/09/2015 12:47

Patriotismo e desfile levam 25 mil à comemoração da Independência

Caroline Maldonado e Thiago de Souza
Conforme a Polícia Militar, 25 mil pessoas assistiram ao desfile (Foto: Marcos Ermínio)Conforme a Polícia Militar, 25 mil pessoas assistiram ao desfile (Foto: Marcos Ermínio)

Com sol e umidade relativa do ar em 56%, cerca de 25 mil pessoas assistiram hoje (7) o desfile que comemorou os 193 anos da Independência do Brasil, na Rua 14 de Julho, em Campo Grande. Durante pouco mais de uma hora e meia, o público se divertiu com apresentação de várias entidades e escolas; militares do Exército, Marinha e Aeronáutica; além integrantes da Segurança Pública do Estado, como os bombeiros, policiais militares e civis.

Personalidades que não estavam no roteiro também marcaram o desfile, como o Sabiá, conhecido por fazer graça nas ruas do comércio do Centro. Teve também quem só foi à festa para cumprir um rito que dura décadas, mas acabou chamando atenção pelo entusiasmo.

A aposentada Laura Maria, 77 anos, mesmo de longe cantou junto o hino nacional e os gritos de cada grupo que passou na rua, mesmo estando um tanto longe da pista. “Eu já desfilei e venho todos os anos, porque é algo muito importante”, comentou ela, acompanhada do esposo.

Perto dali, Calixto Barroso, 47 anos, que é palhaço há 20 anos, também chamava atenção dos demais. Vendendo balões decorativos, o palhaço Bixiga, deu sua mensagem. “Precisamos que os políticos deixem de trabalhar para si e trabalhem para a população, pois é para isso que foram eleitos”, disse.

Para a funcionária pública Quênia Tosta, 25 anos, que levou os filhos para assistir o desfile, o civismo é o que mais motiva a participação. “Quando criança, eu desfilava e acho importante para as crianças ver isso. Acho que a juventude de hoje não se importa tanto com o civismo, o amor à pátria. Eu ensino tudo isso para meus filhos, principalmente sobre a importância de votar. É preciso votar certo para termos um futuro melhor”, comentou.

Dona Laura e o esposo não perdem um desfile e chamaram atenção ao cantar o hino nacional (Foto: Fernando Antunes)Dona Laura e o esposo não perdem um desfile e chamaram atenção ao cantar o hino nacional (Foto: Fernando Antunes)
Fusca usado como viatura da Polícia Civil, na década de 80 (Foto: Fernando Antunes)Fusca usado como viatura da Polícia Civil, na década de 80 (Foto: Fernando Antunes)

Também teve destaque a passagem do Fusca, usado com viatura da Polícia Civil, na década 80; as bandeiras que pertenceram a pátria brasileira, desde o Império e o veículo blindado, conhecido como Caveirão. Na ala cívica, marcaram presença as tradicionais fanfarras das escolas municipais e estaduais e instituições como a Cidade dos Meninos, com cerca de cem adolescentes, com idade entre oito e 13 anos e a Associação dos Desbravadores e Aventureiros da Igreja Adventistas do Sétimo Dia, com cerca de cem integrantes.

Com o fim do desfile, foi dada passagem ao grupo do Grito dos Excluídos, que contou com indígenas Guarani Kaiowá, que reclamam mortes ocorridas em confrontos com fazendeiros em Mato Grosso do Sul; além de representantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores), PT (Partido dos Trabalhadores), PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e PCdoB (Partido Comunista do Brasil).

Também assistiram ao desfile o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), a vice-governadora Rose Modesto (PSDB), o prefeito Alcides Bernal (PP), o vereador Betinho (PRB), José Chadidi (sem partido), o deputado federal Carlos Marun, entre outros.




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