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Capital

Pesquisa aponta que 85% dos campo-grandenses querem passaporte da vacina

Maioria também respondeu que imunização deve fazer parte do calendário nacional de vacinação

Por Gabriel Neris | 30/09/2021 09:48
Vacinado segura comprovante de ter recebido dose contra covid. (Foto: Kísie Ainoã)
Vacinado segura comprovante de ter recebido dose contra covid. (Foto: Kísie Ainoã)

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira aponta que 85,33% dos campo-grandenses são favoráveis ao passaporte da vacina, medida para restringir a circulação de pessoas não imunizadas contra covid em eventos e locais fechados.

O levantamento do IPR (Instituto de Pesquisa Resultado) foi encomendado e publicado pelo jornal Correio do Estado.

O instituto perguntou se as pessoas são favoráveis ou contra a medida sanitária. Disseram que são a favor 85,33%, enquanto 14,67% se mostraram contrários.

Os entrevistados também foram questionados se a imunização contra a covid deve fazer parte do calendário nacional de vacinação, assim como ocorre contra a gripe. Responderam que sim 84,33% das pessoas. Outros 13,33% dos entrevistados disseram que deve ter vacinação somente enquanto durar a pandemia. Contrários a vacinação somaram 1%. Não sabe/não quis responder totalizou 1,33%.

Conforme o IPR, a pesquisa ouviu 300 pessoas entre segunda e quarta-feira (29), na região central de Campo Grande. A margem de erro é de 4,5 pontos percentuais para mais ou menos. O índice de confiança é de 95%.

Tema em debate – A possibilidade de passaporte da vacina virou polêmica em Campo Grande. Audiência pública realizada na Câmara Municipal, na segunda-feira, terminou em confusão e palavras duras do secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, diante de pessoas que são contrárias a medida. “Fascistas e nazistas”, disse ele antes da audiência ser encerrada por causa do tumulto.

No dia seguinte, o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), afirmou que aguardará projeto de lei e também pretende ouvir a população sobre o tema. Já o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) apontou que a medida não será adotada no Estado.

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