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Campo Grande, Segunda-feira, 25 de Junho de 2018

30/01/2011 08:49

Policial que atirou na mulher estava separado há duas semanas

Danúbia Burema e Viviane Oliveira

Família garante que disparo não foi acidental, como alega o PM

Luciana era agente de saúde e estava separada do policial há duas semanas. (Foto: Orkut)Luciana era agente de saúde e estava separada do policial há duas semanas. (Foto: Orkut)

O policial militar Paulo Cesar Lucas, de 42 anos, conhecido como soldado Lucas, preso nesta manhã após matar a mulher com um tiro no abdômen, em Campo Grande, estava separado dela há apenas duas semanas, depois de um casamento de 16 anos.

O casal tinha três filhos, a mais velha de 15 anos e outros de 11 e 12 anos. Segundo a família da vítima, Luciana Chaves Farias, de 35 anos, Paulo era violento e bebia muito.

O padrasto de Luciana, Luiz Carlos Batista, de 45 anos, conta que o PM já havia atirado na mulher, mas o disparo acertou o portão da casa. Luciana trabalhava como agente de saúde.

"Susto" - A versão do policial para o crime é de que ele dormia em um quartinho no bairro Coophavilla, quando a mulher chegou e arrombou a porta.

Sem saber que era ela, ele pegou a arma que estava ao lado da rede onde

dormia, e disparou acertando Luciana no abdômen.

Após o disparo, ele acionou o serviço de emergência e a mulher foi levada pelos Bombeiros ao posto de saúde do bairro Coophavilla, mas não resistiu ao ferimento.

Violência - Ao contrário do que alega o policial, a família de Luciana garante que o corpo tinha sinais de estrangulamento e um tiro nas costas.

Tio materno dela, o pedreiro Vanderley Pereira Chaves, de 51 anos, conta que viu o corpo da sobrinha no posto de saúde e ela tinha o pescoço inchado e estava com a língua para fora.

Por conta da alegação da família, a Polícia Civil solicitou que a perícia vá ao IML (Instituto Médico Legal) verificar se há esses indícios. Contudo, a informação do IML é que o corpo ainda não chegou ao local.

Conforme o delegado supervisor da Depac Piratininga, Silvério Arakaki, se for constatado que há sinais de violência na mulher, o policial terá lavrado o flagrante por homicídio doloso.

Enquanto isso, o soldado do 1º Batalhão da Coophavilla permanece na Depac, já acompanhado de advogado.

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tem que ficar preso para pagar!!! seja homem e sofra muitoooo
violencia contra mulher isso é porque era pm toma vergonha
para mim tem que ter justiça sofrer muitoooooooooooooooo
 
maria elena azevedo em 25/03/2011 12:18:09
TODA FAMILA DOS DOIS ESTÃO SOFRENDO MUITO, SÓ QUEM OS CONHECE SABE DISSO... NÃO TEMOS A CAPACIDADE JULGARMOS NINGUÉM, VAMOS DEIXAR QUE A JUSTIÇA FAÇA ISSO,NÃO VEJO COMO HOMICIDIO DOLOSO,PORQUE A VITIMA PROVOCOU O RISCO,E O AUTOR A SOCORREU E NAO FUGIU DO LOCAL...AGREDITO EM SUA VERSÃO,POIS QUEM QUER MATAR,NÃO SOCORRE E NÃO FICA NO LOCAL...E TAMBÉM...”NINGUEM VAI A SUA CASA AS 03:00 DA MADRUGADA CHUTAR SUA PORTA PARA TE DAR BOM DIA?
ENFIM, A ÚNICA COISA QUE ACHO É QUE A JUSTIÇA DEPOIS DE TUDO APURADO O JULGUE DE ACORDO COM SUA CULPABILIDADE. NM


 
Marcos Adriano... em 02/02/2011 09:21:54
Patrick Zampierre, concordo com você. Chega de impunidade. Não é porque veste farda que pode fazer e acontecer. Mais um pouquinho de respeito! E não velha aqui ofender nossa inteligência inventando essa estória de tiro acidental..de invasão de domicílio. Se foi homem para matar, seja homem para pegar uma cadeia e cumprir sua pena.
 
Paula Cardoso em 31/01/2011 10:43:55
A certeza da impunidade ,que da direito ao cidadão que mata um outro semelhante ,de responder o processo em liberdade. E a certeza de que cuando pede um habeas corpus a justiça é conivente com ladrões,corruptos e assassinos.assasssinato tinha q ter pena minima de , prisão perpetua pois quem morreu naun verá mais a luz do dia entaun porque o assassino tem o direito de voltar a sociedade. encuanto naum mudar nosso codigo penal seremos vitimas desses assassinos que tem a certeza da ipunidade
 
elvanio leite em 31/01/2011 03:00:10
...É, mais um caso de violência contra a mulher, cade a lei Maria da Penha para colocar este homem em uma Prisão normal como todos os outros presos normais, agora porque é Policial vai para uma prisão difernciada dos outros, ....e dai que é um Policial o crime é igual ao dos outros e tem que ser punido da mesma forma, põe ele na máxima, joga em uma cela com outro presos, para ele saber que não é porque usa farda que vai ficar impune, e servirá de exemplo contra varios casos que vem acontecendo envolvendo Políciais.
 
Patrick Zampierre em 30/01/2011 12:51:21
Nem a evolução natural dos tempos faz com que alguns homens, e não são poucos, continuem acreditando que são "donos" de suas mulheres.
Fazem e acontecem e ainda permanecem senhores dos destinos de suas vítimas.
Quantas separações são "pagas " com morte.
Continuamos vendo isso acontecer todos os dias.
Uma pena!!! A dor maior fica para as familias, especialmente os filhos que perdem
suas mães.
 
Lucia M em 30/01/2011 10:35:06
Que a Justiça seja feita e que ele vá para a cadeia; pois, pessoas assim não tem condições de estabelecer a ordem dentro da sociedade, pois sequer tiveram a competência para administrar e respeitar suas famílias. Polícias alcoólatras deveriam ser afastados do serviço, pois, agem de maneira tresloucada e põem em risco a vida dos membros da sociedade. Lugar de louco não é na segurança pública.
 
Patrícia Carvalho dos Santos em 30/01/2011 09:56:10
As filhas, que DEUS a abençõe
A Mae a justiça com certeza será feita
Ao Senhor Paulo Cesar _ Reze
 
zildeneis salviano em 30/01/2011 07:53:38
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