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Após reclamações, Agesul alega que rota com atoleiro não é desvio oficial

Agência diz que tráfego deve seguir trechos oficiais pela MS-430 após queda de ponte em Rio Negro

Por Kamila Alcântara | 16/03/2026 13:38
Após reclamações, Agesul alega que rota com atoleiro não é desvio oficial
Uma das estradas vicinais que se tornaram atoleiros na região de Rio Negro (Foto: Direto das Ruas)

A Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) afirmou nesta segunda-feira (16) que os desvios abertos após a queda da ponte sobre o Rio do Peixe, na MS-080, em Rio Negro, estão devidamente sinalizados e seguem sob monitoramento constante das equipes técnicas.

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A Agesul afirma que os desvios abertos após a queda da ponte sobre o Rio do Peixe, na MS-080, em Rio Negro, estão devidamente sinalizados e monitorados. A manifestação ocorre após relatos de dificuldades no tráfego e prejuízos ao comércio local devido a atoleiros. As rotas alternativas oficiais utilizam a MS-430 e estradas vicinais conectadas à MS-080. A agência alerta que alguns motoristas têm usado caminhos não oficiais, que não foram preparados para grande fluxo de veículos. A ponte desabou em 22 de fevereiro, quando uma carreta bi-trem atravessava a estrutura.

Essa resposta enviada ao Campo Grande News ocorre após moradores relatarem dificuldades para trafegar nas rotas alternativas e prejuízos ao comércio local por causa de atoleiros e da redução no fluxo de veículos.

Segundo a Seilog (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística), responsável pela Agesul, as rotas alternativas foram definidas após a interdição da ponte e utilizam a rodovia MS-430 e estradas vicinais conectadas à MS-080, mantendo a ligação entre Rio Negro, São Gabriel do Oeste e a região do Pantanal.

De acordo com o órgão, uma vistoria recente identificou que parte dos motoristas tem utilizado uma estrada vicinal que não integra o trajeto oficial indicado pela Agesul.

Esse acesso, conforme a agência, não foi preparado para receber grande fluxo de veículos e, devido às chuvas que atingiram a região nas últimas semanas, pode apresentar dificuldades de trafegabilidade.

Por isso, a orientação é que os condutores utilizem apenas os desvios oficiais sinalizados, que seguem sob acompanhamento das equipes técnicas. Já sobre a instalação de uma ponte provisória no local, a Agesul informou que os levantamentos técnicos ainda estão em andamento.

Desvios indicados - A Agesul também detalhou os caminhos recomendados para quem precisa passar pela região enquanto a ponte permanece interditada.

Para quem sai de São Gabriel do Oeste em direção a Rio Negro, a orientação é acessar a MS-430 no km 12 e seguir por cerca de 32 quilômetros de estrada vicinal, retornando posteriormente à MS-080.

Motoristas que vêm da região do Pantanal pela MS-080 devem acessar a MS-430 e seguir o mesmo trajeto indicado para quem parte de São Gabriel do Oeste.

Por fim, quem sai de Campo Grande com destino ao Pantanal ou a São Gabriel do Oeste deve seguir pela Avenida Brasil, entrar à direita na Rua José Morita e continuar pela estrada da Fazenda Pica-Pau até alcançar a MS-430. A partir desse ponto, é possível seguir à direita em direção a São Gabriel do Oeste ou à esquerda por cerca de 10 quilômetros para retornar à MS-080, no sentido Pantanal.

A ponte sobre o Rio do Peixe desabou no dia 22 de fevereiro, quando uma carreta bi-trem atravessava a estrutura. Antes disso, a Defesa Civil já havia emitido alertas sobre rachaduras nas cabeceiras da ponte após as fortes chuvas que atingiram a região.