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Campo Grande, Terça-feira, 25 de Setembro de 2018

03/04/2018 09:57

Prefeitura corta em 75% valor de contrato com Exército para asfalto

Para todo o trabalho o Exército receberia R$ 24.046.944,07, mas conforme publicado no Diário Oficial de Campo Grande desta terça-feira (3), terá somente R$ 5.786.715,51 como pagamento pelo serviço já executado e para terminar o que já começou

Anahi Zurutuza
Militares trabalhando em recapemento (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)Militares trabalhando em recapemento (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)

Extrato de termo aditivo ao contrato entre a Prefeitura de Campo Grande e o Exército para o recapeamento do corredor sudoeste do transporte coletivo – avenidas Marechal Deodoro e Bandeirantes, rua Brilhante e travessa Guia Lopes – confirma o fim da atuação dos militares na obra. O convênio foi reduzido em R$ 18 milhões, o equivalente a um corte de 75%.

A alteração formaliza o anúncio de que assumirá os trabalhos assim que o CMO (Comando Militar do Oeste) terminar a fase já começada. Para todo o trabalho o Exército receberia R$ 24 milhões, mas conforme publicado no Diário Oficial de Campo Grande desta terça-feira (3), terá somente R$ 5,7 milhões como pagamento pelo serviço já executado e para terminar o que já começou.

O anúncio de que os militares “desmontariam acampamento” foi feito pela prefeitura no dia 16 de janeiro. Alvos de críticas de comerciantes e moradores por conta da demora em sua conclusão pelo Exército Brasileiro, por decisão do Executivo as obras do corredor sudoeste de transporte coletivo serão repassadas à iniciativa privada.

O governo municipal informou que a medida visa a acelerar a implantação do projeto de mobilidade urbana, lançado em 2012 e efetivamente iniciado em 2016. A programação original previa o término da obra em fevereiro de 2019.

A intenção é dividir o corredor sudoeste em três lotes e licitá-los para que empreiteiras assumam os trabalhos.

O CMO deve concluir até o fim deste ano o trecho já em execução –que vai da rua Guia Lopes, no cruzamento com a avenida Afonso Pena, no Amambai, e se estende pela rua Brilhante até a avenida Marechal Deodoro, na região da Vila Bandeirante.

Asfalto deteriorado na rua Brilhante (Foto: Gerson Walber/Arquivo)Asfalto deteriorado na rua Brilhante (Foto: Gerson Walber/Arquivo)


Em outras palavras. Se fosse feito para a população seria: Exército fazendo o trabalho, asfalto bom que dura muitos anos.
Se for feito para agradar poucos: Iniciativa privada fazendo asfalto ruim e olha o tapa buraco aí gente.
 
Marlon Leite de Albuquerque em 03/04/2018 15:09:21
Teria que descobrir o motivo do exército ter demorado, se não teve apoio logístico, se foi temporada de chuvas, ... De quê adianta a iniciativa privada assumir, fazer tudo rápido, claro, aí as coisas andam, e ficar asfalto ruim?
 
Marlon em 03/04/2018 14:53:27
Eu acredito que o asfalto que o exército fez foi bom. Penso que deveriam ter mais dinheiro para extirpar de vez o asfalto ruim de Campo Grande.
 
Marlon em 03/04/2018 14:49:21
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