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Capital

Prefeitura limita a 490 quantidade de motoristas de Uber em Campo Grande

Estima-se que tenha mil motorista usando o aplicativo com fonte de renda

Por Yarima Mecchi e Renata Volpe | 24/02/2017 11:15
Aplicativo de corrida funciona desde setembro em Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio)
Aplicativo de corrida funciona desde setembro em Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio)

Campo Grande terá o mesmo número de motoristas de Uber e de táxi, ou seja, 490 autorizações serão concedidas a profissionais que oferecem o serviço por meio do aplicativo de caronas pagas. A confirmação foi dada pelo prefeito, Marquinhos Trad (PSD), na manhã desta sexta-feira (24).

Atualmente, estima-se que há 1 mil motoristas usando o aplicativo com fonte de renda. A Prefeitura havia chegado a anunciar que limitaria ao máximo de 200 autorizações.

Por enquanto, ainda não foram divulgados detalhes de como será o processo de emissão das licenças, bem como o método de fiscalização. O que se sabe é que será semalhante ao que é feito com os taxistas.

O serviço começou a ser prestado em Campo Grande no dia 22 de setembro de 2016. Desde então, taxistas e mototaxistas cobram uma regulamentação, chegando a haver protestos na cidade por parte dos concorrentes.

"São 490 táxis e serão 490 ubers. Vou dar condições iguais, mesma quantidade que tem um, o outro vai ter. Com essa regulamentação Campo Grande vai passar a ter quase 1 mil veículos à serviço da população", disse o prefeito quando questionado sobre o assunto nesta manhã.

Veículos e motoristas identificados, vistoria periódica nos carros, recolhimento de impostos e limite de profissionais prestando o serviço. Estas são as principais regras que a Prefeitura de Campo Grande implantará para permitir o funcionamento de aplicativos de carona, conforme antecipou na quinta-feira (23) o Campo Grande News.

"Queremos que os motoristas saiam da escuridão, tenham um escritório físico. Queremos conhecer os motorista, veículos, dando mais segurança aos campo-grandenses", declarou Marquinhos. O decreto aguarda apenas a assinatura dele, o que deve ocorrer ainda nesta sexta.

O chefe do Executivo Municipal não precisou quanto será recolhido de imposto e nem como será fiscalizado o serviço dos motoristas que não consigam a autorização. Marquinhos disse ainda que o preço de mercado será definido pela categoria. 

"Vai sair um decreto hoje até o fim do dia de hoje. Serão praticamente as mesmas regras dos taxistas. São direitos iguais e eles que se regularizem no mercado e definem o preço", afirmou.

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