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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

08/10/2015 17:22

Prefeitura não apresenta à Santa Casa plano de pagamento dos atrasados

Alan Diógenes e Flavio Paes
Diretor do hospital disse que alguns serviços serão suspensos nas próximas semanas. (Foto: Fernando Antunes)Diretor do hospital disse que alguns serviços serão suspensos nas próximas semanas. (Foto: Fernando Antunes)

A Santa Casa saiu da reunião, na tarde desta quinta-feira (8), sem conseguir arrancar da Prefeitura nenhuma sinalização sobre quando  vai receber  R$ 13 milhões que tem para receber da Secretaria Municipal de Saúde, alguns repasses remanescentes de maio. O secretário de Planejamento, Finança e Controle, Disney Fernandes,  que representou o prefeito na conversa, não quis apresentar nenhum plano de quitação da dívida e limitou-se a dizer que está sendo feita uma análise dos créditos cobrados pelo hospital.  “Peço paciência à Santa Casa enquanto avaliamos uma possibidade de seguir com o contrato. Estamos estudando uma forma de negociação”, comentou. 

O próprio secretário de Saúde, Ivandro Fonseca, já admitiu que neste ano dificilmente haverá condições de quitar estes atrasados. "Vamos honrar os compromissos que viermose assumir a partir de agora e pagar os atrasados conforme a disponibilidade financeira", destacou.  Ele diz a intenção é renovar o contrato com a Santa Casa (que está sendo prorrogada a cada 30 dias desde outubro do ano passado), mas pretende cobrar algumas contrapartidas em serviços,  nas áreas de neurologia, psiquiatria, que apresentam demanda reprimdia. Em princípio o repasse extra-teto deve ser de  R$ 3,5 milhões por mês.  O Dioagrande desta quinta-feira trouxe o extrato de mais uma prorrogação.

 O presidente do hospital,Wilson Teslenco,  admite que se  a Prefeitura não pagar pelo menos parte dos atrasados, algo em torno de R$ 5 milhões dos R$ 13 milhões, a partir da próxima semana alguns serviços ficarão comprometidos, por falta de material. "Trabalhamos com um estoque para 45 dias. Sem recursos para pagar os fornecedores, não teremos como repor estes estoques". 

 Segundo Teslenco em outubro do ano passado, quando o município assumiu o compromisso de fazer um repasse adicional de R$ 3 milhões, o hospital se propôs a ampliar  mais 100 leitos de internação, mas a proposta não se concretizou porque a Prefeitura se manifestou . "Sería necessário um recurso extra além dos R$ 3 milhões, que apenas cobre em parte o deficit do hospital, gerado pela defasagem do teto-financeiro",explica.

 

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