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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

13/10/2015 19:52

Prefeitura terá de investir R$ 4,4 milhões para concluir obras e inaugurar UPAS

Flávio Paes
UPA da Leblon está quase pronta e sua estrutura vai absorver atendimento do Guanandi (Foto:Arquivo)UPA da Leblon está quase pronta e sua estrutura vai absorver atendimento do Guanandi (Foto:Arquivo)
UPA Santa Mônica teve parte do muro destruído que terá de ser refeito (Foto:Arquivo)UPA Santa Mônica teve parte do muro destruído que terá de ser refeito (Foto:Arquivo)

Para concluir as obras e equipar as UPAS (Unidades de Pronto Atendimento) do Leblon e Santa Mônica, que o prefeito Alcides Bernal (PP) pretende colocar em funcionamento dentro de  quatro meses, a Prefeitura terá de investir pelo menos R$ 4,4 milhões em recursos próprios porque a contrapartida federal já foi liberada e aplicada.

É um investimento com retorno garantido,  porque no prazo de um ano o município receberá do Ministério da Saúde R$ 6,5 milhões, já que a partir da habilitação das unidades, fica garantido um repasse mensal de R$ 500 mil para o custeio de cada uma das unidades, hoje integralmente bancadas pelo município (entre R$ 2 milhões  e R$ 2,5 milhões por mês).

As construções estão em estágio adiantado (a do Leblon 95% pronta e a do Leblon 85%) mas há pendências financeiras, referente a medições não pagas e a revisão de planilhas já que as obras foram orçadas em 2012 e transcorridos três anos os custos aumentaram.

Nesta semana as duas empreiteiras responsáveis pela obras devem ser convocadas pelas secretarias de Saúde e Infraestrutura para os ajustes necessários e retomar as duas obras que estão paradas há mais de dois anos, exclusivamente porque as  duas administrações que se sucederam no comando do Executivo (a do próprio Bernal e a de Olarte)não repassaram a contrapartida da prefeitura.

Na UPA Leblon,por exemplo, com R$ 1,2 milhão, menos de 50% do que é gasto num mês para manter o Centro Municipal Pediátrico (que chegou a custar R$ 3 milhões por mês), estaria pronta para funcionar. Pelos cálculos da empreiteira responsável pela obra, a prefeitura terá de desembolsar R$ 800 mil para o pagamento de medições (serviços feitos) já atestados e R$ 400 mil de reajustamento de planilha. Terá de investir mais R$ 1 milhão em equipamentos, porque não há mais garantia do Ministério da Saúde de bancar a compra.

A obra de 2012, foi orçada em R$ 4,2 milhões, rateada entre o Governo Federal e a Prefeitura. Os R$ 2,2 milhões de Brasília já vieram, mas o município só entrou com R$ 1 milhão, restando mais R$ 1,2 milhão.

Se tivesse sido entregue em 2014, como estava previsto, o município, já teria economizado R$ 10 milhões em custeio, porque a UPA vai absorver a demanda de atendimento e o pessoal do Centro Regional de Saúde Guanandi.Ou seja, seu funcionamento, não exigirá a contratação de pessoal.

Na UPA Santa Mônica, a situação é a mesma, embora ainda hajam 15% de obra a ser executada. A Prefeitura deve à empreiteira (da sua contrapartida)e se aplicar entre R$ 1 milhão e R$ 1,2 milhão, termina a obra. Neste caso, terá de contratar pessoal, já que não vai absorver nenhuma unidade em funcionamento.
Moreninha.



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