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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

01/11/2012 07:18

Presa na Capital família que vendia e usava documentos falsos

Após tentar enganar a PM, estelionatário confessou que cobrava R$ 100 por falsificação

Nadyenka Castro

Pai, mãe, filho e sobrinho foram presos na noite dessa quarta-feira, em Campo Grande, por estelionato. Eles falsificavam documentos, vendiam e também utilizavam.

A PM (Polícia Militar) foi informada sobre o paradeiro de um foragido e ao chegar ao local, no Jardim Marajoara, abordou Lino Regis Pereira da Silva, 40 anos, e o filho dele Lino Regis Petrovitch da Silva, 19 anos.

O homem apresentou carteira de identidade e os policiais desconfiaram que fosse falso. Ao verificar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) do rapaz, foi constatado que o documento apresentado por Lino Pereira não era verdadeiro e que contra ele havia mandado de prisão em aberto.

Após tentar enganar os policiais com RG falso, Lino Pereira informou endereço da casa dele errado. Ele levou os militares até o Jardim Canguru, cujo moradores da residência indicada por ele afirmaram não conhece-lo.

Diante da situação, o estelionatário falou que havia mentido e disse o endereço correto e, na casa dele, no Jardim Colibri,foram apreendidos diversos materiais e também o sobrinho dele, de 15 anos, e a esposa, Adelaide Petrovitch, 54 anos.

De acordo com a PM, no quarto de Lino Pereira, dentro de uma mala, foram apreendidos 47 lâminas de documento de identidade sem preenchimento, diversos CPFs, títulos eleitorais, papéis para confecção de holerites, CNHs, 80 cartões de bancos, pen drives, carimbos, folhas de cheque, Carteira de Trabalho, computador com programa Corel Draw, duas
impressoras, plastificadora, cortador de papel e máquina de cartão de crédito.

Também foram encontrados mais seis RG’s falsos de Lino Pereira, com os seguintes nomes: Jurandir Dionizio, Vilson Braga Klos, Josevaldo Pereira Santos, nome Lino Regis Martins Avila, Sidney Santos de Oliveira Soares e Lino Almeida e ainda o original.

Foi apreendido ainda uma reservista do Exército Brasileiro em nome de nome Lino Regis Achar da Silva. 

Depois da constatação do estelionato, Lino Pereira, conforme a PM, confessou que vendia documentos falsos por R$ 100. Os policiais verificaram que a conta bancária de Lino Petrovitch – o filho – era utilizada para movimentar o dinheiro recebido.

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