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Campo Grande, Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

22/01/2018 17:25

Professor assediou alunos por sete meses, segundo a Polícia Civil

Ele foi ouvido na tarde desta segunda-feira (22), porém declarou que só irá manifestar em juízo

Guilherme Henri e Geisy Garnes
Professor de 34 anos no pátio da delegacia (Foto: Geisy Garnes)Professor de 34 anos no pátio da delegacia (Foto: Geisy Garnes)

O professor substituto de 34 anos assediou os quatro alunos por sete meses, diz a Polícia Civil. As investidas começaram em abril e ocorreram até próximo do fim do ano letivo em novembro do ano passado. A polícia não descarta a possibilidade de haver mais vítimas.

Ele foi ouvido na tarde desta segunda-feira (22), porém declarou que só se manifestará em juízo. A prisão preventiva foi decretada na semana passada. Mas, o professor foi preso nesta manhã na casa dele, que fica na Vila Popular, em Campo Grande.

Conforme o delegado que está à frente das investigações, Paulo Sérgio Lauretto, da Depca (Delegacia Especializada de Proteção a Criança e ao Adolescente) o professor leciona a disciplina de matemática e um documento será enviado a Secretaria Municipal de Educação para que seja esclarecido qual é vinculo do suspeito com o município.

“Como era substituto, o professor tinha acesso a várias turmas. Ele lecionava e depois adicionava as vítimas nas redes sociais onde estabelecia contato. Depois a conversa evoluía para o pessoal onde o suspeito enviava vídeos íntimos dele para as vítimas e chegava oferecer R$ 50 para que os meninos também o fizessem”, diz.

As vítimas são quatro meninos com idades entre 14 e 17 anos. Um deles narra que foi surpreendido pelo professor dentro do banheiro da escola. Lá, o suspeito teria pegado no pênis dele. Outra vítima, conta que encontrou o professor na rua. Nesta ocasião o suspeito teria oferecido dinheiro para fazer sexo oral com ele.

A polícia apreendeu dois celulares do professor que passarão por perícia. Pelo menos duas das vítimas ainda tinham as conversas com o suspeito, material que foi entregue ao delegado.

Secretaria – A Semed apura o caso por meio do departamento jurídico e esclarece que o professor era convocado e no momento não tem nenhum vínculo com a Prefeitura.



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