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Capital

Professora é atropelada e direção cobra sinalização em frente a colégio

Há pelo menos um ano funcionários reivindicam instalação de quebra-molas ou lombada eletrônica, no local

Por Liniker Ribeiro | 24/09/2021 17:34

Mesmo após reclamações e protestos de alunos do Colégio Novo Século, na Avenida Bandeirantes, em Campo Grande, estudantes e funcionários da escola seguem enfrentando dificuldades devido à falta de faixa de pedestres em frente ao local. Nesta sexta-feira (24), uma professora, de 41 anos, foi atropelada ao tentar atravessar a via.

Imagens de câmera de segurança mostram o momento em que ela aguarda o melhor momento para cruzar a pista. Logo depois que os carros param devido ao semáforo fechado, ela tenta, mas acaba atropelada por motociclista que seguia por corredor entre os veículos.

“Aqui é comum, a gente não consegue atravessar a rua nesse horário, porque o fluxo é muito grande. E, depois da pavimentação nova, a pista está bem-feita, lisa, então é comum o pessoal andar a 70/80 km/h. Já tivemos relatos de pais falando que quase foram atropelados com os filhos, é bem complicado”, destaca a diretora da escola, Elisangela Hora.

A professora atropelada, segundo a direção do colégio, foi atendida primeiro por pai de aluno que é militar do Corpo de Bombeiros. Em seguida, ambulância chegou e conduziu a vítima a uma unidade de saúde. A professora apresentava escoriações na perna e na mandíbula, mas exames descartaram possíveis fraturas.

Sinalização – Após o acidente, Elisangela esteve reunida com o representantes da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito). Segundo ela, a promessa é que a região receba melhorias na sinalização, na próxima semana.

“Não me deram nenhum papel e não explicaram qual será a sinalização, apenas que a rua é um corredor de ônibus e que, por isso, não podem colocar nenhum obstáculo físico que limite a velocidade”, relatou.

A exigência da direção da escola é que o local receba uma passarela com faixa de pedestre ou lombada elétrica. A reportagem tentou contato com o gerente de trânsito da Agetran, Sidinei Oshiro, mas as ligações não foram atendidas.

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