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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

16/09/2014 17:45

Projeto para transformar 14 de Julho em shopping a céu aberto é retomado

Lidiane Kober
Plano da prefeitura é reduzir tráfego de veículos e aumentar o espaço do pedestre (Foto: Marcos Ermínio)Plano da prefeitura é reduzir tráfego de veículos e aumentar o espaço do pedestre (Foto: Marcos Ermínio)

A Prefeitura de Campo Grande está a um passo de ganhar do Governo Federal autorização para emprestar U$ 56 milhões a fim de retomar o projeto de transformar a Rua 14 de Julho em um shopping a céu aberto. A proposta prevê menos trânsito de veículos e mais espaço para os pedestres, além da criação de um ambiente arborizado e com área de repouso.

A revitalização, segundo a coordenadora da Central de Projetos da prefeitura, Catiana Sabadin Zamarrenho, será realizada a partir da Avenida Fernando Corrêa da Costa até a Avenida Mato Grosso. No total, seriam 2,5 quilômetros de mudança. A ideia é ampliar os investimentos nas redondezas da 14 de Julho. A definição, no entanto, depende da conclusão do orçamento do projeto.

Entre as mudanças, Catiane elencou o fim do estacionamento na rua, no trecho entre a Avenida Afonso Pena e a Rua Maracaju. Hoje, a via conta com cinco pistas de rolamento, duas de estacionamento e três de circulação de veículos. A ideia é manter apenas duas para o trânsito e esticar a área de circulação dos pedestres.

Ao mesmo tempo, toda a fiação elétrica será eliminada da 14 de Julho e embutida na parte subterrânea. “Não terá mais postes na rua e o plano é colocar luminárias modernas”, adiantou Catiane. O projeto inclui ainda a plantação de árvores para amenizar o calor e a instalação de bancos em ambientes de estar.

Catiane espera iniciar as obras no segundo semestre de 2015 (Foto: Marcos Ermínio)Catiane espera iniciar as obras no segundo semestre de 2015 (Foto: Marcos Ermínio)

O mobiliário urbano, como lixeiras e telefones públicos, também vão mudar de cara e representar características da natureza da cidade. Levar acessibilidade ao centro é outra meta do projeto de revitalização. “A proposta é atrair público ao centro e transformá-lo em um shopping a céu aberto”, resumiu Catiana.

O mesmo termo era usado pelo ex-prefeito Nelsinho Trad (PMDB), em meados de 2011. Na época, ele anunciava o projeto Reviva Centro e planejava transformar a região central em um shopping a céu aberto.

O que falta – Para o projeto sair de vez do papel, o Governo Federal precisa autorizar a prefeitura a financiar do BID (Banco Internacional de Desenvolvimento) U$ 56 milhões. “O Ministério do Planejamento sinalizou que estamos aptos a realizar o empréstimo”, garantiu a coordenadora da Central de projetos.

Conforme ela, o plano da prefeitura é fechar, ainda este ano os trâmites do financiamento para assiná-lo no primeiro semestre do ano que vem e iniciar as obras na segunda etapa de 2015.

O projeto executivo já está nas mãos do BID e será apresentado à Associação Comercial no próximo dia 23. “Queremos fechar um pacto com os comerciantes, precisamos da compreensão deles diante dos transtornos da obra e da ajuda para conseguir mudar a cara do centro da cidade”, comentou Catiane.

Também com empréstimo milionário do BID, a prefeitura fez, na gestão de Nelsinho, a revitalização das Orlas Morena e Ferroviária. “Os investimentos na 14 de Julho seriam a continuidade deste projeto”, explicou Catiane. Segundo ela, o atual empréstimo terá quatro anos de carência, 20 anos de amortização e juros de 2% ao ano.



Finalmente o projeto vai sair do papel e vai priorizar o pedestre com a criação desse calçadão e ao contrario do que o maximiliano diz vai ter a circulação de veiculos, só que em 2 faixas de rolamento, isso se seguirem o projeto antigo. Sem falar que eu tenho certeza que o problema dos estacionamentos vai ser resolvido com a criação de vários edifício estacionamento em pontos estratégicos do centro.
 
Fernando Munin em 17/09/2014 18:13:13
É tudo uma grande besteira, vai mexer na principal rua de comercio da cidade pra transformar em shopping, isso quer dizer, sem circulação de veículos, que quer dizer, menos pessoas para comprar das lojas, que quer dizer, vai quebrar as pernas de muitos comerciantes, fora o período de reforma, nós não temos um histórico muito bom para reforma de rua de comercio, olhem para a Julio de Castilho. Fora a gastação de dinheiro do contribuinte e os desvios durante as obras.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 17/09/2014 08:21:27
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