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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

29/04/2015 18:00

Santa Casa rejeita “última” proposta da prefeitura e pode parar em 10 dias

Michel Faustino
Situação foi debatida em reunião realizada na tarde de hoje. (Foto: Fernando Antunes)Situação foi debatida em reunião realizada na tarde de hoje. (Foto: Fernando Antunes)

A diretoria da Santa Casa de Campo Grande rejeitou nova proposta da prefeitura de Campo Grande e pode parar os atendimentos em 10 dias. O anúncio foi feito durante reunião pública realizada na tarde de hoje (29).

A prefeitura propõe repassar R$ 3 milhões, sendo R$ 2 milhões para os atendimentos de baixa e média complexidade e R$ 1 milhão para alta complexidade, através de contrato que teria vigência de 30 dias.

Porém, Wilson Teslenco, diretor-presidente da ABCG (Associação Beneficente de Campo Grande), entidade gestora da Santa Casa, contesta a proposta tendo em vista que o repasse de R$ 3 milhões seria suficiente apenas para a baixa e média complexidade.

“Nós estaríamos operando com um deficit de R$ 1 milhão na média complexidade. E outro ponto é que esse contrato de 30 dias não oferece segurança”, disse.

Conforme Teslenco, além o aporte de R$ 3 milhões para a média complexidade, o contrato deveria ter validade de 12 meses e ainda um planejamento para recebimento dos débitos que tem junto à prefeitura.

Durante a reunião foi assinado um ofício com a contraproposta da entidade, que segundo Antônio Lastória, representante da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), será analisado.

“Nós vamos continuar o dialogo. Mas, temos fazer tudo de forma consciente e dentro das nossas possibilidades. Vamos analisar e conversar novamente com o Estado a respeito desta situação. Fizemos esta proposta de um contrato imediato para tentar sanar esse problema de maneira emergencial, no entanto, como eles não aceitam temos que ver outras possibilidade”, completou.

Questionado sobre o pedido de aumento na validade do contrato, Lastória disse que foi a própria Santa Casa quem rejeitou acordo com validade de um ano no ano passado. “Na verdade, não dá para entender o que eles querem. Com essa fala do diretor técnico então saio daqui um pouco chateado”, comentou.

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É simples.
Se o Sr. Valdemir Alves de Brito acha que o repasse do SUS dá para atender toda a cidade,(faz aquilo que a rede pública municipal deveria fazer e não faz) encaminhando pacientes para a Santa Casa e ainda atender o interior do Estado e países vizinhos; então que ele administre o hospital por um mês e verá que não dá.
Consultas,exames laboratoriais, RX´s,TC,medicamentos,dietas,são 05 refeições pacientes/dia,lavanderia, cirurgias, órteses e próteses, ambulatórios, pagamento de funcionários (2.500), leis trabalhistas e previdenciárias.Quem se candidata? A ABCG faz mais de 3.000 cirurgias/mês. Só a Ortopedia faz mais de 1300. Comparem as produtividades entre a Santa Casa e o Hospital Regional. O HRMS não faz a metade daquilo que a Santa Casa faz e recebe muito mais.Por que será?
 
Barbarossa em 29/04/2015 18:32:00
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