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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

27/11/2014 14:21

Saúde registrou 38 notificações da febre chikungunya e 1 caso confirmado

Eduardo Penedo

A SES(Secretária de Saúde do Estado de Mato Grosso do Sul) registrou 38 notificações da febre chikungunya e um caso confirmado até ontem (26). No entanto, 31 aguardam confirmação e seis foram descartados. O boletim epidemiológico aponta que so na Capital foram feitas 25 notificações.

Os municípios de Água Clara, Corumbá, Itaquiraí, Rio Verde do Mato Grosso e São Gabriel do Oeste tiveram uma notificação e Dourados e Três Lagoas registraram três notificações cada cidade.

No dia 17 de outubro, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) confirmou o primeiro caso de um paciente infectado com o vírus da Febre Chikungunya, na Capital. Em um homem de 35 anos, que ficou internado em uma clínica particular. O paciente ficou internado cerca de três semanas, obteve alta e passa bem. Ele recebeu atendimento médico em uma clínica particular da Capital.

A doença preocupa pelo fato de o mosquito transmissor ser o mesmo da dengue e, de acordo com Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti, realizado em outubro, dos 82 bairros de Campo Grande, 26 tem risco médio de infestação.

A Febre Chikungunya causa os mesmos sintomas da dengue: febre de 39 graus, dores musculares, dor de cabeça e vômitos. No entanto, ao contrário da primeira, que o sul-mato-grossense está acostumado, os sintomas podem persistir por mais de um ano.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde)), desde 2004, o vírus havia sido identificado em 19 países.

Porém, a partir do final de 2013 foi registrada transmissão autóctone em vários países do Caribe e, em março de 2014, na República Dominicana e Haiti. Nos meses seguintes, diversos países da América Central e da América do Sul também registraram surtos de Chikungunya, inclusive os que fazem fronteira ao norte com o Brasil. Isso ocorre porque os mosquitos transmissores da doença são muito disseminados em todas as áreas tropicais do mundo.

Desde 2010, quando o Brasil registrou três casos importados (contraídos no exterior) da doença, o Ministério da Saúde passou a acompanhar e monitorar continuamente a situação do vírus causador da Febre Chikungunya. Com a confirmação dos casos no Caribe, no final de 2013, o Ministério da Saúde elaborou um plano nacional de contingência da doença, que tem como metas a intensificação das atividades de vigilância; a preparação de resposta da rede de saúde; o treinamento de profissionais; a divulgação de medidas às secretarias e a preparação de laboratórios de referência para diagnóstico da doença.

Prevenção - A febre Chikungunya é uma doença causada por vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes Aegypti (transmissor da dengue) e o Aedes Albopictus os principais vetores.

Os sintomas da doença são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema e costumam durar de três a 10 dias. A letalidade da Chikungunya, segundo OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), é rara, sendo ainda menos frequente que nos casos de dengue.

Para evitar a transmissão do vírus, é fundamental que as pessoas reforcem as ações de eliminação dos criadouros dos mosquitos. As medidas são exatamente as mesmas para a prevenção da dengue

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