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Capital

Secretária de Educação pretende gastar R$ 7 milhões com uniformes

Por Juliana Brum | 11/11/2015 12:37
Empresários participaram da Audiência Pública ( Foto -   Divulgação)
Empresários participaram da Audiência Pública ( Foto - Divulgação)

Durante a Audiência Pública realizada na manhã de hoje (11), na Câmara Municipal a secretária de Educação, Leila Machado destacou que a intenção é não ultrapassar os R$ 7 milhões destinados pelo Governo Federal para a compra dos uniformes e que a entrega será feita em março, sem atraso.

A Audiência foi Pensando em prever a organização da compra dos uniformes para o ano letivo os vereadores da Comissão Permanente de Indústria, Comércio, Agropecuária e Turismo da Casa de Leis. Participou também o secretário de administração, Ricardo Ballock, o diretor presidente da Funsat, Aldo Donizete.

Durante a reunião discutiram a importância do pequeno empresário também participar das licitações para a confecção dos uniformes.

Leila Machado falou que a secretaria está finalizando os estudos para que o pedido seja feito de forma organizada e direcionada para a quantidade exata de alunos e que até a próxima semana será encaminhada o pedido de abertura da licitação para a secretaria de administração.

“Percebemos que os adolescentes não usavam os tênis, nem os shorts, principalmente aqueles que estão no 7°, 8° e 9° ano. Eles não usam o tênis e shorts dado pela Prefeitura. Então vamos fazer a aquisição por lote, por item. Até o 1° ano vamos dar para cada aluno duas camisetas, uma bermuda e duas meias. A partir do 6° ano vai ganhar só duas camisetas, para chegar nos R$ 7 milhões, usando só o dinheiro do Governo Federal, sem usar da fonte 1.

Estamos agora no início da licitação, que tem 90 dias para término. A entrega está prevista para março, porque tem que planejar a logística da entrega. Dia 17 de fevereiro começam as aulas, geralmente até o primeiro mês tem remanejamento de alunos, então a partir do dia 1° de março os alunos já estarão com uniforme escolar. Temos ainda que obedecer a Lei 10.520, a Lei do Pregão, temos que abrir esse pregão para o Brasil todo, infelizmente, temos que ter a qualidade, mas temos que ter preço também”, afirmou.

O vereador Paulo Siuf (PMDB), esteve presente e falou sobre a ausência do Ministério Público, para que fosse firmado um compromisso em ata assinada, valendo por lei para que tudo falado durante a reunião estivesse amparado na lei.

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