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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

21/03/2015 12:41

Sejusp defende ação da polícia em tumulto e diz que bar não tem alvarás

Aline dos Santos
Confusão foi na noite de sexta-feira, no entorno da UFMS; (Foto: Direto das Ruas)Confusão foi na noite de sexta-feira, no entorno da UFMS; (Foto: Direto das Ruas)
Bomba de gás recolhida após confusão. (Foto: Direto das Ruas)Bomba de gás recolhida após confusão. (Foto: Direto das Ruas)

A Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) divulgou nota à imprensa sobre a ação do BPChoque (Batalhão de Policiamento de Choque) no entorno dos bares da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e informou que um dos estabelecimentos não possui os alvarás de funcionamento exigidos e nem autorização para utilizar equipamento de som.

Na noite de ontem, a denúncia de que os estudantes fecharam a rua acabou com uso de gás lacrimogêneo para dispersar a multidão e uma pessoa detida por desacato. Os acadêmicos relatam que não houve diálogo com a polícia.

Na nota, a Sejusp aponta que vizinhos denunciaram o som alto e a aglomeração na rua. “O Comando-Geral da Polícia Militar enviou ao local uma viatura, com quatro policiais, que conversaram com os proprietários do estabelecimento, solicitando o desligamento do som e também o fechamento do bar, naquele momento, por conta da inexistência de alvarás. Os comerciantes se recusaram e as pessoas que estavam no local, em sua maioria universitários, ainda hostilizaram a guarnição e tentaram intimidar a polícia”, diz o documento.

Em seguida, foi solicitado o apoio do BPChoque, que também tentou negociação. “Visando garantir a ordem, o direito de ir e vir de terceiros, bem como o sossego e a tranquilidade dos vizinhos, foi determinado o uso progressivo da força, imprescindível em situações de crise, com o emprego do gás de pimenta para dispersar a multidão”, informa a nota.

A confusão foi no entorno dos bares Escobar e Lunáticos. Os acadêmicos afirmam que não houve diálogo e que a reação da polícia foi exagerada diante da situação. Os moradores reclamam que aglomeração fecha a rua Trindade, que dá acesso a Rui Barbosa.



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