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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

24/04/2013 09:17

Sem fiscalização, comerciantes ocupam calçadas na rua Ceará

Nícholas Vasconcelos
Pedestres reclamam que calçadas ocupadas na rua Ceará atrapalham ir e vir. (Foto: João Garrigó)Pedestres reclamam que calçadas ocupadas na rua Ceará atrapalham ir e vir. (Foto: João Garrigó)
Homem se instalou com banco e vasilhame no acesso de ônibus para universidade. (Foto: João Garrigó)Homem se instalou com banco e vasilhame no acesso de ônibus para universidade. (Foto: João Garrigó)

Com as calçadas ocupadas por vendedores de lanches, pedestres reclamam de não ter por onde passar na rua Ceará em frente a universidade Anhanguera Uniderp. Sem fiscalização da Prefeitura de Campo Grande, quem precisa passar pela movimentada rua precisa se arriscar. andar fora do espaço destinado.

“A pessoa tem que andar no meio fio, isso dificulta bastante”, comentou o universitário Alan Eric Lara, 20 anos, enquanto aguardava o semáforo para atravessar as duas pistas da rua do bairro Miguel Couto.

Para a decoradora e acadêmica de Arquitetura, Márcia Espíndola, 50 anos, é preciso que os comerciantes tenham espaço para trabalhar, no entanto lembra que o vai e vem é complicado. “Atrapalha o fluxo de pedestres, não tirando a possibilidade da pessoa ter o comércio”, comentou. Ela lembra que o trânsito na via é pesado e que é preciso atenção na hora descer do ponto de ônibus na pista que segue em direção ao shopping Campo Grande.

De acordo com o Decreto n°11.090 de 2010, que regulamentou a Lei 2.909/1992, as calçadas em Campo Grande devem ter uma faixa livre e desimpedida de obstáculos para o trânsito de pedestres e uma faixa de serviço, destinada à implantação do chamado mobiliário urbano, como pontos de ônibus, táxis e outros.

 

Márcia lembra que comerciantes precisam de espaço, mas que atrapalham pedestres. (Foto: João Garrigó)Márcia lembra que comerciantes precisam de espaço, mas que atrapalham pedestres. (Foto: João Garrigó)

A medida prevê que, pelo menos na teoria, o pedestre possa contar com pelo menos 1,5 metro para a passagem. Mas na prática, a medida acaba desrespeitada porque quem precisa do espaço público para trabalhar.

“Coloca as cadeiras e a gente tem de passar pela rua”, diz a universitária Gabriela Mayumi Tsukumi, 19 anos, enquanto seguia para as aulas da universidade. Ela lembra que a calçada é estreita, mas é utilizada para a venda de espetinhos, cachorro quente e outros alimentos.

Já o autônomo André Bonim, 42 anos, diz que vê a ocupação da calçada com bons olhos. “Não tem problema nenhum, o cara está ali no canto dele trabalhando”, comentou.

O Campo Grande News procurou um dos comerciantes para comentar sobre o uso da calçada, mas ele preferiu não se manifestar.



Um jogo de comercio para acabar com a concorrência dos lanches super caros vendidos nas cantinas dentro da uniderp. Não vejo problema algum a respeito dos comerciantes nas calçadas alem do que são muito mais atrativos :)
 
Marlon Martinez em 27/04/2013 01:07:11
Triste ver que UNIVERSITÁRIOS, que já deveriam ter um desenvolvimento intelectual mais apurado, defendem a informalidade, concorrência desleal, sonegação de impostos, infração às leis municipais e sanitárias. O que é que tem a ver o ponto de ônibus, o político corrupto, o ladrão, com essa situação denunciada. NADA! Portanto, reclamar de uma coisa (diga-se de passagem, com direito e razão) não impede de reclamar de outras.

Nossa cidade tem regras para serem cumpridas, permitir esse tipo de comércio não é justo com quem paga impostos e aluguéis, não é justo com quem segue as regras e leis.

Repito a pergunta: e se todos ocupassem as calçadas como bem entendessem? Certamente os que estão desqualificando a reportagem iriam reclamar se as calçadas Centro voltasse a ser "loteadas" por camelôs.
 
Paulo Medeiros em 25/04/2013 14:56:05
Eu estou na Uniderp a cerca de 3 anos, não vejo nenhum problema em relação a esses comerciantes, e onde eles estão não atrapalha a os pedestres e nem os motoristas. Essa 1° foto se vocês perceberem, os pedestres não passam ali pois é um estacionamento com a entrada na rua lateral. Então não tem necessidade de reclamar pois NINGUEM precisa passar por ali. A população e a imprensa tinha de noticiar sobre politicos que cometeram algum crime e estão livres, sobre ladroes. Agora francamente esses comerciantes estão trabalhando e vocês estão achando ruim? e se eles estivessem roubando vocês nem ligariam ne? O problema do Brasil é esse, povo NADA NUNCA ESTÁ BOM. Vão se preocupar com coisas realmente importantes. Se esses comerciantes estão ali é porque eles precisam e é dali que tiram o sustento
 
Diego Moreira em 25/04/2013 08:57:35
Vou para aula todos os dias e nunca tive problema algum para passar pelas calçadas. Ate porque em frente a faculdade tem uma coisa chamada ‘’Faixa de Pedestres’’ que os comerciantes ali perto não influenciam em nada em seu uso. O espetinho como da para ver na foto deixa um espaço no meio para o transito de pessoas. Reclamar do ponto de ônibus que é um Caos ninguém o faz. Muitas pessoas saem do serviço e precisam comer nesses lugares que são muitos mais baratos que dentro da faculdade. O porquê não vão atrás da prefeitura para reclamar de ônibus de viajem que param no lugar do transporte publico, do grande fluxo de alunos não só da universidade mais da escola ali perto que os ônibus destinados não dão conta.
 
Tayna Dias em 24/04/2013 16:57:21
Sei que as pessoas tendem a olhar a questão de maneira mais "humana", se preocupando com o sustento do comerciante. Mas imaginemos que todo mundo possa ocupar as calçadas do jeito que bem entender. Vai criar um caos, não é preciso ir longe pra ver um exemplo: Pedro Juan Caballero, onde as calçadas viraram verdadeiras lojas e a locomoção dos pedestres é muito dificultada.

Agora imaginem um cadeirante, cuja locomoção nas nossas calçadas sem esses empecilhos já é difícil, ter que transitar em meio à mesas e cadeiras...

Outra questão: é justo para os comerciantes que tem suas lanchonetes dentro da universidade e pagam impostos e aluguel ter uma concorrência que vai na porta da instituição, não recolhe imposto algum e, com isso pode vender o mesmo lanche mais barato?
 
Paulo Medeiros em 24/04/2013 11:30:15
eu tbm passo por ali todos os dias e nao vejo nenhuma dificuldade em passar por ali, afinal eles estao trabalhando
 
fernando pandolfo em 24/04/2013 11:22:51
Coisa de gente que não tem o que falar! Esses comércios nunca atrapalharam ngm!
 
Simone Simplicio em 24/04/2013 11:06:53
pior é no bairro coophasul, carros e motos sempre estacionados em cima da calçada, se o pedestre quiser que passe na rua, correndo perigo, é á tarde, noite, fim de semana, isso porque tem policiais que fazem esse tipo de abuso.
 
vilma martins em 24/04/2013 10:55:34
Estes comerciantes estão neste local desde que 2002. A falta de fiscalização se houver, vem desde esta epoca.

Vamos deixar os caras trabalharem. Os alunos da universidade se utilizam destes serviços.
 
Wanderson dos Santos Silva em 24/04/2013 10:55:32
O povo que reclama .....fala serio ......aqueles ambulantes ali nao atrapalha ninguem ....é que o povo ja tem o habito de ser reclamao de tudo .....nada ta bom...se nao tivesse ali na frente um lugar onde pudesse fazer um lanche ...iam reclamar ....fala serio ...deixe o povo trabalhar em paz e ganhar seu dinheirinho......
 
rogerio carvalho em 24/04/2013 10:49:34
Haa!!! nem vem...dos 04 anos que estudo na Uniderp...sempre estiveram aí...e não atrapalham em nada...pelo contrário os estudantes adoram sair pra comer um espetinho ou o melhor cachorro quente da cidade!!!!
 
Carla Ferreira em 24/04/2013 10:31:58
ha quantos anos este vendedores estao ai,,,,,,,nunca ninguem reclamou disso.....ai vem algum incomodado poque nao tem coragem de trabalhar e fica botando coisa ruim nisto tudo INVEJA.............
 
joao de souza em 24/04/2013 10:19:48
Só essa que faltava mesmo!atrapalha nada o que atrapalha são refeiçoes carissimas dentro da instituição e outra vai prejudicar muito trabalhador que ali tira seu sustento a anos,engraçado que os assaltos ali nas ruas paralelas nao incomoda ninguem ne!porque será!?
 
André Luis em 24/04/2013 10:19:36
também nunca tive problemas com isso não. Quer ter com o que se preocupar? Cuide dos flanelinhas que estão ocupando todas as vagas de estacionamento e cobrando para cuidar dos carros. Temos que deixar nossos veículos muito longe da universidade pois em frente, nos lugares propicio a estacionar não conseguimos. Todos os dias passo ali procurando vaga para estacionar e não consigo pois, apesar de ter varias vagas, todas estão bloqueadas com fitas. ou paga, ou estaciona bem longe dali. VERGONHA! P.S. os flanelinhas estavam cobrando R$5,00 para cuidar da moto!!! ABSURDO. é mais caro que o estacionamento particular da Uniderp. Façam alguma coisa! é só ir lá que vocês veem a rua toda cheia de fitas e os flanelinhas abordando os alunos.
 
Rodrigo Santos em 24/04/2013 10:06:20
Os pequenos comerciantes já trabalham ali há mais de 10 anos e só agora que eles passaram a incomodar. Coincidência?
 
francisco josé vidal em 24/04/2013 10:04:16
Os comerciantes estão trabalhando, trazendo dinheito para o sustento da familia, não estão roubando e nem traficando, deviam se preocupar e tirar fotos no centro da cidade após as 22:00 Hrs, nas Ruas Calogeras, Sete de Setembro, quinze de novembro, etc.
 
Joao Ximenes em 24/04/2013 09:47:32
Na teoria é fácil, é mole, é lindo, agora quero ver na pratica se o loteamentos aprovados desde o Decreto n°11.090 de 2010, regulamentado pela Lei 2.909/1992, se as calçadas de Campo Grande tem uma faixa livre para o passeio dos pedestres e uma faixa para o mobiliário urbano?? e não há fiscalização!! nos bairros não se pode colocar um carrinho de cachorro quente na calçada que já aparece um fiscal querendo imposto quem dirá no centro!! pode ser agora que mudou administração não tenha aparecido ainda.
 
Diane Aparecida em 24/04/2013 09:42:36
Passo no local há quatro anos e nunca tive dificuldade nenhuma de transitar, os ambulantes estão ali apenas trabalhando e garantindo seu sustento, que é cada vez mais difícil nos dias de hoje tendo em vista conceitos absurdos, tributação e fiscalização, a mídia deveria dar foco em coisas mais importantes que isso.
 
Horácio Assis em 24/04/2013 09:38:21
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