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Capital

Sem marcas no local de morte, imagens vão apontar dinâmica de atropelamento

Segundo o delegado, na próxima semana as primeiras testemunhas do caso devem começar a ser ouvidas

Por Clayton Neves | 12/03/2021 11:37
Rotatória onde Emanuelle foi atropelada. (Foto: Kísie Ainoã)
Rotatória onde Emanuelle foi atropelada. (Foto: Kísie Ainoã)

Vistoria no local onde morreu a estudante de Direito Emanuelle Aleixo Gorski, de 21 anos, não foi conclusiva por causa da grande quantidade de marcas de frenagem na pista. Agora, a Polícia Civil aguarda perícia das imagens de câmeras de segurança, o que deve ajudar a indicar a velocidade aproximada em que estava a caminhonete que atingiu a jovem.

“Lá é um cruzamento movimentado e tem um monte de frenagens. Não dá para saber exatamente se alguma delas é a da caminhonete”, explica o delegado delegado Wilton Vilas Boas, responsável pelo caso.

Imagens de câmeras de segurança de um posto de combustível, próximo ao local do atropelamento, foram encaminhadas para perícia. Apesar de não mostrar  o momento da colisão, o vídeo deve ajudar a definir a velocidade em que o motorista estava. “Tudo isso será apurado”, afirma Vilas Boas.

Segundo o delegado, na próxima semana as primeiras testemunhas do caso devem começar a ser ouvidas.

O caso - Emanuelle estava de bicicleta quando foi atingida na Avenida Desembargador José Nunes da Cunha, pela caminhonete S10 que era conduzida pelo engenheiro. O condutor havia acabado de sair da Avenida Mato Grosso e bateu na lateral da bicicleta enquanto contornava a rotatória para seguir em direção ao Parque dos Poderes.

Conforme apurado pelo Campo Grande News junto à família do engenheiro, ele acionou o socorro e permaneceu no local até por volta de 2h da manhã. Emanuelle foi resgatada pelo Samu (Serviço Móvel de Atendimento de Urgência) e morreu 1h depois na Santa Casa de Campo Grande.  -

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