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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

17/04/2015 09:26

Servidores protestam contra mudança de transporte para o Parque dos Poderes

Kleber Clajus

Cerca de 30 servidores protestam, nesta sexta-feira (17), contra medida que encerra o uso de linhas executivas de transporte para o Parque dos Poderes. O serviço será suspenso, a partir de 30 de abril, para economia de R$ 3,8 milhões estimada pelo Governo de Mato Grosso do Sul.

A servidora Josy Silva, 34 anos, pontuou que a maioria dos 419 funcionários públicos que utilizam os ônibus são mulheres que levam os filhos de seis meses a três anos para serem atendidos no CEI (Centro de Especialidade Infantil). “Há quem está tendo de madrugar para pegar o circular com os filhos. O que temos não é regalia, pois a gente paga para utilizar o serviço com desconto de 6% na folha de pagamento”.

Os manifestantes, conforme a assessoria de imprensa do governo, se reuniram com o secretário de Estado de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto Assis, responsável por autorizar a suspensão em virtude de convênio com a Assetur (Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano). Ele já havia declarado anteriormente que “não se pode privilegiar 419 servidores em detrimento de quatro mil que já utilizam o transporte urbano para chegar ao trabalho diariamente”.

Uma linha expressa foi implantada no dia 15 de abril, com saída da Praça Ary Coelho, para interligar o Centro até o Parque dos Poderes. A estimativa do governo com a alteração é reduzir o custo de R$ 4,2 milhões pagos anualmente a duas empresas por contrapartida de R$ 362 mil para que a Assetur reforce a frota.

Divergência entre o custo dos serviço atual por servidor foi ressaltada pelos manifestantes. Eles estimam valor de até R$ 340, enquanto para o governo estadual este seria de aproximadamente R$ 840.

Outra questão diz respeito a ausência de infraestrutura nos pontos de ônibus do Parque dos Poderes, alvo de reclamações de quem utiliza o transporte coletivo na Capital.

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Não é só os ônibus,o Sr. Governador quer seja compensado o ponto facultativo, mas e qdo o servidor fica no órgão apos o expediente e tem que colocar na folha sempre o mesmo horário de entrada e saída pque o governo não paga hora extra.O que vale pra um não vale para o outro.
 
Rosa em 17/04/2015 10:55:18
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