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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

17/03/2011 11:59

Tabeliã que perdeu cartório foi condenada por manter dinheiro ilegal nos EUA

Marta Ferreira
Almir e a mãe: condenação por manter dinheiro ilegal nos EUA.Almir e a mãe: condenação por manter dinheiro ilegal nos EUA.

Uma condenação por evasão de divisas foi o motivo que levou a Corregedoria do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul a determinar a perda do cartório do 1º Tabelionato de Protesto de Campo Grande pela titular, Joanna Dar´c de Paula Almeida, alvo de processo administrativo desde 2006.

Joanna e Almir de Almeida foram condenados pela Justiça Federal a 4 anos de reclusão por crime contra o sistema financeiro nacional. Eles foram denunciados por terem movimentado US$ 619,1 mil em uma conta do então banco Banestado em Nova Iorque, nos Estados Unidos, no ano de 1996, sem autorização para isso, e sem pagamento de impostos, o que configura crime.

O dinheiro estava em uma conta em nome da empresa Darimla Corporation, de propriedade da tabeliã e de Almir e foi descoberto em investigação da Polícia Federal.

O processo ainda não terminou, mas a Corregedoria do TJ afirma, no acórdão que decidiu pela perda da titularidade do cartório, não ser necessário esperar o encerramento da causa. A Corregedoria do TJ ressalta que a delegatária “não nega a autoria nem a existência do fato”.

Segundo as informações disponíveis nos sites da Justiça, a pena foi transformada em prestação de serviço, mas há recursos tanto no STJ (Superior Tribunal de Justiça) quanto no STF (Superior Tribunal Federal).

Também de acordo com as informações da Justiça, Joanna e Almir chegaram a pagar mais de R$ 200 mil em tributos e, por isso motivos, pediram que a ação por evasão de divisas fosse suspensa, o que foi negado.

Outra versão- A quantia que a PF descobriu nesta conta de Joanna é muito superior à citada na ação que gerou a condenação, passando dos 2,5 milhões de dólares, segundo um processo movido pela tabeliã contra o Itaú, que assumiu o Banestado.

Eles afirmam que foram vítimas de um golpe e que foram surpreendidos com a notificação pela PF de que havia todo esse movimento na conta da empresa Darimla. A empresa, dizem, formaram por orientação do Banestado,

No processo contra o Itaú, que corre na Justiça estadual, os autores afirmam que que eram titulares de uma conta corrente junto ao Banco Banestado, agência Nova York, e que, pouco tempo após a abertura de referida conta, “foram informados da necessidade de formarem uma empresa, sob o argumento de que se um deles falecesse, tal procedimento impediria que a Justiça Norte Americana travasse os valores contidos na conta corrente e tornaria desnecessária a contratação de advogados e a abertura de inventário naquele país”.

Por isso, dizem, criaram a empresa e, tempos depois, foram notificados pela Polícia Federal da movimentação milionária.

A existência do processo contra o Itaú foi informada à reportagem pelo filho da tabeliã, Almir de Almeida Junior, que, porém, não forneceu maiores detalhes nem concedeu entrevista.

Ela continua atendendo no cartório do 1º Tabelionato de Protesto, na 7 de Setembro, onde é tabelião substituto.

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A Drª Joanna não é e nunca foi irmã da Jorgina do INSS; A questão da ação na Justiça Federal é mais de interpretação; Neste país na dúvida se pune e se comete arbitrariedades; Antes de sermos ouvidos estamos sendo punidos; Basta ser um cidadão, ter endereço, documentos e patrimônio para ser vítima de pessoas frustadas e mal amadas. Deus irá intervir e bcolocar as coisas no lugar; O resto não passa de pessoas querendo aparecer e demonstrar de forma pública sua incapacidade e frustações.
Um abraço.
 
ALMIR DE ALMEIDA em 22/03/2011 11:01:21
Ela ñ tem nada a ver com a Jorgina gente!
Nunca falem nada sem ter certesa.
 
Ana Paula em 18/03/2011 10:43:58
Amigos,o nosso sistema está servindo de modelo para vários outros países. É o mais eficiente e seguro. Se tiverem dúvida, vejam como funciona na Bahia,onde há ainda cartórios estatizados...não funciona e quem paga os salários de todos os funcionários são todos os contribuintes e não só os usuários, como deveria ser. Se têm cartorários safados,estes devem ser alijados, como com qualquer outro servidor, seja juiz, promotor, político,etc. Quando eu era promotor, também tinha preconceito e reclamava dos emolumentos. Mas o sistema é inteligente, acreditem. Um reconhecimento de firma errado num documento que represente um negócio jurídico de um milhão, além de sujeitar o tabelião a ser responsabilizado pelo negócio, sujeita-o à responsabilidade criminal. Continua ela sendo barata ou é a nossa garantia para que osistema funcione e seja seguro? Só para constar eu não sou tabelião. Fraterno abraço.
 
Luiz Eduardo em 17/03/2011 09:01:17
Já era mais que hora. Todo mundo que trabalha no comerçio sabe da desorganizaçao do cartorio da Joana. Alem da arrogancia de todos, o cartorio é uma bagunça, ano passado fomos protestados numa duplicata, pagamos e o cartorio nao deu baixa, fomos pro Serasa. Isso sem falar naquele marido arrogante dela, que tem o rei na barriga e acha que é gente, tratando todo mundo mau. Já foi tarde, até que enfim nos livramos desse povinho desorganizado, encrenqueiro, mau educado, arrogante.Espero que outro assuma o cartorio deles e faça seu serviçu com organizaçao e bom atendimento, que é o que o comercio precisa.Parabens Tribunal, mandou bem.
 
Ludmila Santos em 17/03/2011 04:12:26
O que os cartórios cobram do cidadão por um reconhecimento de firma, por exemplo, é um verdadeiro absurdo, considerando ser um carimbo e uma assinatura.. Imagine o que eles ganham nos outros serviços que são ainda mais aviltantes.
Os personagens acima não nos deixam mentir.
 
Áttila Gomes em 17/03/2011 03:45:26
Isso não passa de pilantragem desses cartorarios.
Se for mais a fundo deverá aparecer novidades, inclusive de desvio de verbas.
A Policia Federal esta fazendo um exelente trabalho.Já esta na hora de acabar com
essas malandragens, na qual sempre os criminosos saem ilesos e como honestos.
São malandros, mal educados e arrogantes, e so ir no estabelecimento e constatar o
atendimento prestados.
 
Marco Aurelio em 17/03/2011 02:39:20
Fato curioso é o fato de esta senhora, ser cunhada da famosa Jorgina de Freitas Fernandes, lembram dela?
 
Roberto Almeida em 17/03/2011 02:33:23
Nossa cara amiga sempre mostrou ser muito abencoada.... assim como foi a sua querida irma Erondia em seus aureos tempos como servidora publica da previdencia...... porem a vida e assim mesmo atraves do nosso suor teremos frutos eternos, sem suor os frutos nao perduram a primeira estacao.... nossos frutos sao consequecias de nossas plantacoes....
 
MARCELO SANTOS... em 17/03/2011 01:58:22
É só procurar que encontra muito mais que isso !!!
 
Marcos Vitali em 17/03/2011 01:36:00
esse senhora nao é prima da jorgina????
 
antonio pedro em 17/03/2011 01:12:26
Não há mais razão de ser no sistema de cartórios conforme existe atualmente.
Por exemplo: não se justifica o pagamento de emolumento, equivalente ao tributo pago à Administração Pública por transferência de imóvel, ao tabelião, até porque as demais despesas são pagas pelo adquirente do imóvel.
Também não se mostra razoável, beirando ao enriquecimento sem causa, os valores cobrados a título de autenticação.
Esse modelo da chamada serventia extrajudicial deve ser repensado.
 
Carlos Eduardo em 17/03/2011 01:12:24
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