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28/11/2014 15:46

Três podem ter matado garoto a tiro e com espeto, suspeita delegada

Edivaldo Bitencourt e Adriano Fernandes
Delegada Daniella comanda as investigações sobre assassinato de menino deficiente (Foto: Alcides Neto)Delegada Daniella comanda as investigações sobre assassinato de menino deficiente (Foto: Alcides Neto)

O estudante Paulo Ricardo, que completaria 11 anos amanhã e foi encontrado morto em uma chácara ao lado do lixão do Jardim Noroeste na madrugada desta sexta-feira (28), foi assassinado com requintes de crueldade. Deficiente, o garoto pode ter sido morto com um tiro e com um espeto utilizado para catar materiais recicláveis. A Polícia suspeita que três pessoas participaram do crime.

Um frentista de um posto de combustível ouviu um tiro por volta das 2h da madrugada de hoje. E, por volta das 10h30 de hoje, ele encontrou o corpo do menino em uma chácara ao lado do lixão do Jardim Noroeste, na saída para Três Lagoas.

Policiais foram ao local e constataram que o menino tinha marcas de chutes nas costas e ferimentos na cabeça. Ele tinha duas perfurações na cabeça. Segundo a delegada Daniela Kades de Oliveira Garcia, da 3ª Delegacia de Polícia, um dos sinais pode ser de arma de fogo. O outro buraco é parecido com o feito por um espeto de ferro utilizado pelos catadores de lixo.

Ela contou, ainda, que o casal dono da chácara, onde o corpo foi encontrado, não estava na residência e está viajando. As pegadas no local do assassinato indicam que três pessoas participaram do crime. Como um chinelo feminino foi encontrado, a delegada acredita que uma mulher é um dos três suspeitos.
O menino freqüentava a Escola Especial Colibri e foi vítima de abuso sexual quando tinha sete anos de idade, em 2011.

Segundo relatos de testemunhas, a criança vivia pedindo esmolas no lixão e vivia como menino de rua. A mãe, Luciana de Lima Simão, 27, que sofre uma parada cardíaca ao saber da morte do filho, está grávida de cinco meses e tem outros três filhos, de 2, 4 e 5 anos.

O pai, Laer Rodrigues Camargo, 39, também será ouvido sobre o crime.

O corpo do menino foi encaminhado para o IMOL (Instituto Médico e Odontológico Legal) e o homicídio é investigado pela 3ª DP.

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