ACOMPANHE-NOS    
MAIO, QUINTA  26    CAMPO GRANDE 22º

Capital

Tribunal rejeita anular júri de acusados de matar prostituta

Por Nadyenka Castro | 07/11/2011 16:30

Por unanimidade, os desembargadores da 2ª Turma Criminal negaram o recurso de Leonardo Leite Cardoso e Fernando Pereira Verone

Por unanimidade, os desembargadores da 2ª Turma Criminal rejeitaram nesta segunda-feira anular os júris de Leonardo Leite Cardoso e Fernando Pereira Verone, condenados à prisão pelo assassinato da garota de programa Claudinéia Rodrigues, ocorrida no dia 9 de maio de 2009, em Campo Grande.

Com a decisão, os julgamentos realizados neste ano não serão anulados como pretendia as defesas dos dois condenados pelo homicídio. O voto dos desembargadores acompanha parecer do MPE (Ministério Público Estadual.

Nos júris que a defesa pretendia anular, Fernando foi condenado a 13 anos e seis meses de prisão em regime fechado e Leonardo a 20 anos e seis meses no mesmo regime.

Apesar de a Justiça ter determinado cadeia para eles, ambos estão amparados por habeas corpus e por isso estão soltos. A pena é resultado do entendimento do Conselho de Sentença.

Os jurados entenderam que os dois são os responsáveis pela morte de Claudinéia, cujo corpo foi encontrado em um matagal nas proximidades do Aeroporto Internacional de Campo Grande, mesmo local onde ela foi morta a pedradas.

Hugo Pereira da Silva, que estava junto com Fernando, Leonardo e Claudinéia, foi absolvido. Ele viu as agressões, não fez nada para impedir nem avisou à Polícia.

O crime- Os três jovens - amigos à época -, estavam no carro do pai de Fernando e decidiram que iriam abordar uma garota de programa. Conversaram então com Claudinéia e uma amiga dela.

As duas entraram no veículo, mas, a amiga da vítima, percebeu a situação de perigo e pulo do veículo em movimento. Já Claudinéia seguiu com os jovens e foi morta a pedradas.

Os envolvidos foram presos cerca de um mês depois. Hugo foi o primeiro a sair da prisão e os demais foram soltos no fim do ano passado e continuam em liberdade amparados por habeas corpus.

Nos siga no Google Notícias