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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

19/04/2011 08:13

Vereadores expulsos do PPS se encontram na União das Câmaras

Vivianne Nunes

A União das Câmaras de Vereadores recebe logo mais às 09h, os 20 vereadores do PPS que foram expulsos do partido por infidelidade partidária. Além deles, também deixaram o PPS um prefeito e um vice-prefeito.

No sábado (16) foram anunciadas as aplicações da penalidade máxima aos vereadores sendo que 11 diretórios da legenda foram destituídos em cidades do interior. A infidelidade foi caracterizada, segundo o diretório, porque os parlamentares

De acordo com o presidente da União, Seikó Miahira, o encontro será com o advogado e especialista em direito eleitoral, Carlos Eduardo Marietto, com o objetivo de orientar juridicamente os vereadores sobre o que a expulsão representa politicamente para o parlamentar e os riscos que o fato representa aos mandatos, caso não se faça uma defesa junto ao Diretório Nacional.

A medida é para evitar que o mandato seja reivindicado pelo partido, como ocorreu em outras situações.

O diretório alegou que a decisão foi tomada com base nos pareceres da Comissão de Ética, em cumprimento às Resoluções Orgânicas Nacionais da Legenda.

Foram expulsos os vereadores Luciano Bragança e Luiz Antonio Milhorança, de Angélica; Wezer Lucarelli, de Aquidauana; Randerson Lima, de Bataguassu; Joaquim Matos de Moraes, de Brasilândia; e Mario Cesar Fonseca, de Campo Grande.

A lista de vereadores expulsos tem ainda José Anacleto de Silva, Agnaldo Santos e Claudio Beraldi, de Eldorado; Fausto José de Souza, de Gloria de Dourados; Gerson Carneiro Escobar e Pedro Henrique Teixeira, de Itaporã; Helio Tadeu Ruiz e Sergio Henrique Braga, de Jardim; Rose Monica Duck Ramos e Francisco Alves Araújo, de Jateí; Antonio Marcos Teodoro e Willian Fontoura, de Pedro Gomes; José de Freitas Neto, de Rio Brilhante; e Flávio Roberto Alves Britto, de Rio Verde.

Os parlamentares contestam a decisão e o vereador Mário César acusa, inclusive, o presidente do partido, Athaíde Nery, de perseguição e de ser o real infiel do PPS. "Tenho provas de que ele ajudou os então candidatos a deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Geraldo Resende (PMDB)".



SE HOUVE OU NÃO PERSEGUIÇÃO PO PARTE DO PRESIDENTE DO PPS, UMA COISA É CERTA: TODOS OS CULPADOS DEVERÃO PAGAR, INCLUSIVE, SE NECESSÁRIO FOR, O PRÓPRIO PRESIDENTE DO PARTIDO, POIS NÃO SE PERMITE UMA DEFESA ALEGANDO INJUSTIÇA DO PRÓPRIO PRESIDENTE, OU COMO O VELHO DITADO DIZ: "NÃO SE FAZ JUSTIÇA UTILIZANDO A INJUSTIÇA."
DEVE-SE AVERIGUAR OS FATOS E PUNIR OS CULPADOS COM A PRÁTICA DE INFIDELIDADE PARTIDÁRIA, E SE POSSÍVEL, FICAREM INELEGÍVEIS.
POR DERRADEIRO, ESSAS DECISÕES DEVEM SER LEVADAS AO PÚBLICO, E COM ISSO, SEJA RESGATADA UM POUCO DE CREDIBILIDADE AOS FUTUROS E NOVOS POLÍTICOS!
 
SILVANO ALVES TOSTA em 13/05/2011 03:34:39
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