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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

13/05/2008 14:11

Caso Motel: Audiência que havia sido esquecida é amanhã

Redação

A justiça realiza amanhã audiência para ouvir as testemunhas de defesa dos acusados de participação no Caso Motel, como ficou conhecido o assassinato dos jovens Murilo Alcalde e Eliane Ortiz, crime ocorrido em 2005.

Essa audiência foi marcada em abril, 40 dias depois que o juiz responsável pelo caso, Júlio Roberto Siqueira, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, reconheceu que um erro fez com que a fase de ouvir a defesa dos acusados tenha sido esquecida durante o andamento do processo e só lembrada quando da apresentação das alegações finais dos advogados, para que a ação tivesse uma definição do magistrado se os réus iam ou não a júri popular.

Com isso, o caso praticamente voltou para o estágio em que estava em março do ano passado, quando foram ouvidas as testemunhas de acusação. Pelo trâmite normal, as de defesa deveriam ter sido ouvidas na seqüência, o que não ocorreu. A cobrança para a realização de sessão de depoimentos das testemunhas de defesa foi feita pelo advogado Marcelo Benck, que representa no processo o policial militar Getúlio Morelli, acusado de envolvimento no caso.

Também são réus o também policial militar Adriano Araújo, Irio Vilmar Rodrigues, apontado como traficante no Mato Grosso e Ronaldo Vilas Boa Ferreira, que inicialmente era apontado como matador de aluguel, mas na fase de alegações finais do MPE (Ministério Público Estadual), foi considerado inocente. Como o caso voltou à fase de depoimentos, Ferreira permanece como réu.

A audiência de amanhã é para ouvir dez testemunhas de defesa, cinco do PM Getúlio Morelli e outras 5 do também policial Adriano Araújo. Outras duas testemunhas, arroladas pela defesa de Irio Vilmar, seriam ouvidas em Marcelândia, no Mato Grosso. Ronaldo Vilas Boas não apresentou novas testemunhas.

Sequência - O juiz deu, em abril, prazo de 60 dias para os depoimentos no Mato Grosso sejam realizados. Depois desse prazo, mesmo que as audiências não tenham sido realizadas, o caso será levado à fase final, segundo informou. Ainda conforme o magistrado informou, não será necessário a apresentação de novas alegações finais, em substituição às que já foram apresentadas.

Depois da audiência para ouvir a defesa deve ser dado prazo de 5 dias para ratificação das alegações finais. Após isso, o magistrado vai decidir se manda ou não os réus ao júri popular. No mês que vem, o caso completa três anos de incerteza sobre os culpados de um dos crimes mais rumorosos já registrados no Estado.

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