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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

06/10/2009 21:33

Crianças índias são discriminadas em escola no Estado

Redação

Segundo o Cimi/MS (Conselho Indigenista Missionário de Mato Grosso do Sul), crianças indígenas que moram na aldeia Guyraroka, em Caarapó, tem sido discriminadas na Escola Municipal Cristalina, no distrito de Cristalina.

A denúncia foi feita durante um encontro organizado pela comunidade para falar sobre a campanha "Povo Guarani, Grande Povo".

De acordo com o Cimi/MS, uma mãe chegou a chorar durante o encontro e relatou as situações que seus filhos passam "na escola dos brancos". Ela disse que o constrangimento começa desde o momento em que as crianças indígenas entram no ônibus escolar, depois a situação de discriminação é feita por colegas de classe até pelos professores, conforme a denúncia.

Alguns índios relataram que, muitas vezes, o ônibus escolar não costuma esperar seus filhos, que na hora certa estão no ponto. Ocorreu caso em que o motorista, mesmo percebendo que as crianças indígenas corriam atrás do veículo, não quis parar.

Só o fato de saber que seus filhos vão numa escola fora da aldeia numa cidade de não índios já representa uma grande preocupação para as mães, segundo foi relatado durante o encontro. A situação se agrava quando as crianças chegam a suas casas contando experiências vividas e quase sempre relacionadas com aspectos que tem a ver com sua condição de indígena e sua própria cultura.

Por isso, a comunidade local quer uma escola e posto de saúde dentro da aldeia, com direito a professor indígena que os eduque em sua própria língua. Exemplo disso é a aldeia Teykue, também no município.

Casa de Reza - Na aldeia Guyraroka está sendo construída, atualmente uma casa de reza tradicional (casa de reza), com fundos do Ministério da Cultura. A mesma vai ser o maior centro de referencia cultural e da memória Kaiowa-Guarani no Estado.

A comunidade tem 28 famílias vivendo dentro de 58 hectares. O território tradicional do grupo foi identificado no ano 2000 e é de 11.440 hectares. A comunidade espera a demarcação dessas terras que hoje estão nas mãos de 22 proprietários.

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