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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

06/08/2012 17:30

Denúncia à OAB diz que greve da UFMS não acabou por divergência política

Viviane Oliveira

De acordo com uma denúncia da Adufms (Associação dos Docentes da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), encaminhada a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) a greve da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), iniciada no dia 21 de junho, ainda não terminou por conta de divergências e interesses políticos dentro do corpo docente e nos sindicatos envolvidos.

A informação é do presidente da entidade, professor Paulo Roberto Haidamus de Oliveira Bastos. Para ele, a negociação avançou com o Governo Federal, mas, as informações foram deturpadas por ‘radicais’, que estariam usando ilegalmente e indevidamente órgãos e o nome do sindicato em diversos meios de divulgação.

“Confundem a sociedade em nome de seus interesses anacrônicos e antidemocráticos”, disse o professor.

A Adufms garante que as negociações com o Governo Federal “alcançaram um bom termo”, apontando à suspensão da greve e retorno das atividades acadêmicas na Universidade. Em denúncia enviada à OAB/MS, a entidade ressalta que as atividades na UFMS já poderiam ter voltado ao normal.

A greve, iniciada em 21 de junho, teve como reivindicação por objetivo exigir do Governo Federal maior aporte de recursos financeiros à educação (10% do PIB), reestruturação da carreira do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) e recomposição de perdas salariais promovidas pela inflação.

Segundo a Adufms, o Governo Federal negociou propostas e recuou em algumas ações que poderiam prejudicar os docentes.

Por causa da greve de professores e técnicos administrativos, que já dura mais de 60 dias, os estudantes da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) estão impedidos de efetuar matrículas para o segundo semestre de 2012.



Mesmo que os professores voltem ao trabalho, áreas importantes da UFMS continuarão paralizadas, as matrículas e o vestibular podem estar comprometidos, pois o técnicos administrativos não receberam nenhuma proposta oficial do governo. Na universidade existem os servidores docentes e os servidores não-docentes, portanto o governo obrigatoriamente precisa oferecer propostas a ambas categorias.
 
Moisés Oliveira de Araújo em 06/08/2012 08:52:33
Acho lindo o Paulo Haidamos falar que a Greve acabou sendo que os professores estão querendo tirar ele da ADUFMS, tenho pena desse senhor que deveria voltar para a sala de aula e ver a realidade e não ficar ocupando cargo da atual administração, ou melhor aposenta logo que de porcaria a UFMS esta cheia, precisamos de mudanças desda Reitoria e seus pro reitores .
 
Lucas machado Siqueira em 06/08/2012 07:07:06
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