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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

08/05/2016 08:28

Diante dos desafios da maternidade, presente é ver o filho com saúde

Fernanda Mathias
Graziela e João Manoel: suspeita de H1N1 no primeiro Dia das Mães (Foto:Reprodução Facebook)Graziela e João Manoel: suspeita de H1N1 no primeiro Dia das Mães (Foto:Reprodução Facebook)

Neste domingo, as vitórias diárias de quem encarou o desafio da maternidade são motivos para comemoração. Mãe do pequeno João Manoel, que vai completar um ano em 31 de julho, a jornalista Graziela Moura, de Dourados, respira aliviada ao ver o filho recuperado após 5 dias de internação e intenso tratamento, sob suspeita de infecção por H1N1.

“Vi meu filho sendo espetado, com febre, mas precisei ficar firme e passar segurança para ele”. Com 39 anos, Graziela admite que nunca teve a maternidade como um sonho e, após o casamento, começou a planejar uma família maior. Foram quatro anos de tentativas, até a notícia da gestação, uma experiência que mudou sua via e a fez reordenar prioridades.

“Não imaginava que seria tão desafiador, tinha sobrinhos, mas não convivi com eles quando eram pequenos. Tive muita dificuldade para amamentar, não sabia que estava produzindo pouco leite e por isso ele mamava com tanta frequencia, de 40 em 40 minutos”, relata.

Concorrente ao cansaço, Graziela conta que o amor crescente a fez mudar, ficando mais forte e vigilante, mas a principal provação veio há poucos dias, com o adoecimento do pequeno. “É preciso muita atenção porque o bebê sempre tem uma febrinha, principalmente porque estão nascendo os dentinhos”. Desta vez, foi diferente e o olhar atento aos sintomas fez toda a diferença para que a criança recebesse o tratamento a tempo.

Além da febre insistente, João Manoel começou a apresentar calafrios e dificuldade de respirar e precisou ficar internado, medicado com tamiflu. Durante todos os dias de tratamento, Graziela permaneceu no hospital, ao lado do filho. “Nestas horas a gente não sabe o que é sono ou fome. Minha irmã e cunhada pareciam até mais abaladas do que eu, mas eu precisava estar forte, para que ele me visse bem. Quando vi meu filho sendo furado, a vontade era levar ele embora, mas mantive a calma e tentei passar o máximo de segurança para que ele ficasse bem rápido”.

O pequeno foi liberado, mas continua em observação, em casa. Foi coletado material do nariz e boca, para o teste da mucosa, em Campo Grande e o resultado do exame é esperado para esta terça-feira, 10. No Facebook de Graziela, a declaração tocante que reforça a máxima: ser mãe, definitivamente, é padecer no paraíso.

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