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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

18/01/2012 22:22

Em 2011, operações do DOF apreenderam 10 toneladas de maconha

Da Redação
Drogas são apreendidas diariamente nas rodovias de Mato Grosso do Sul. (Foto: Divulgação)Drogas são apreendidas diariamente nas rodovias de Mato Grosso do Sul. (Foto: Divulgação)

O combate permanente ao crime organizado e ao tráfico de drogas na fronteira entre o Brasil, Paraguai e Bolívia em Mato Grosso do Sul realizado pelo DOF (Departamento de Operações de Fronteira), apreendeu cerca de 10 toneladas de maconha e 1,1 toneladas de cocaína em 2011.

No total 375 pessoas foram presas, sendo 185 por tráfico de drogas e mais 156 por outros delitos. Além de 34 mandados de prisão. A apreensão de cigarros contrabandeados também foi alta, mais de 476 mil pacotes do produto foram retirados de circulação, 30 mil a mais que em 2010.

Foram recolhidos ainda quase 105 mil unidades de DVD’s; 65.012 CD’s piratas e 1.392 unidades de pneus. Também foram apreendidas 33 armas de fogo, além de 55,80 m3 de madeira.

O DOF conseguiu reaver 68 veículos que transitavam na fronteira do Brasil com o Paraguai e a Bolívia, utilizados para o transporte de drogas, mesma quantidade recuperada em 2010.

Desde setembro as operações foram intensificadas, e o efetivo teve aumento de 20%, para controlara entrada de animais no Brasil, já que ono Paraguai houve foco de aftosa. Essas ações visam à multiplicação de pontos de fiscalização.

Neste ano, o DOF deve aumentar em pelo menos 305 o quadro de efetivo, além de novas viaturas e equipamentos para auxiliar a fiscalização dos 670 km de fronteira seca.

Segundo o coronel da PM Edilson Osnei Nazareth Duarte, diretor do DOF ainda há dois projetos em andamento, um deles é de vídeo-monitoramento, que deve ser instalado para atender os municípios de Ponta Porã, Naviraí, Dourados e Coronel Sapucaia. E o outro é de “rastreabilidade”, que deve identificar em tempo real, o posicionamento exato de cada equipe.

“O patrulhamento constante e permanente, incluindo as equipes itinerantes que percorrem a linha que delimita os dois países tem coibido os crimes típicos de fronteiras como contrabando, descaminho, furto e roubo de veículos, e, principalmente, o tráfico de drogas”, explica o coronel Duarte.



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