Antes de estações frias começarem, síndromes respiratórias causam 28 mortes
H3N2, subtipo do vírus influenza B, foi o mais identificado nos casos de janeiro deste ano
O outono começa só em março, trazendo períodos de temperaturas mais baixas que favorecem a circulação de vírus respiratórios, mas mortes por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) causadas por esses agentes já somaram 28 em Mato Grosso do Sul, em janeiro deste ano. A quantidade aparece no último boletim da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado ontem (6).
RESUMO
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Mato Grosso do Sul registrou 28 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em janeiro de 2024, antes mesmo do início das estações mais frias. Entre os casos identificados, oito foram causados pelo vírus H3N2 e um pelo H1N1, enquanto os demais aguardam classificação. O Estado contabiliza 257 internações por SRAG neste ano, sendo 26 confirmadas para influenza. Bebês até um ano representam 19,07% das hospitalizações, enquanto idosos acima de 80 anos lideram os óbitos com 35,7%. A vacinação contra influenza para 2024 ainda não está disponível nas unidades de saúde.
Entre os 11 vírus identificados no total de casos, oito eram H3N2 (subtipo do influenza B) e um era H1N1 (influenza A). Os outros 17 não foram especificados ou aguardam classificação final.
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Até 17 de janeiro, a quantidade de mortes relacionadas ao influenza era duas, também de acordo com o boletim estadual.
O número de internações por SRAG este ano totaliza 257, sendo 26 confirmados para influenza. Bebês de até um ano foram os que mais precisaram de internação (19,07%). Entre os óbitos, a maioria tinha 80 anos ou mais (35,7%).
Influenza no Estado - No ano passado, o H3N2 provocou 10 mortes no Estado. Em relação ao vírus influenza, o que mais causou óbitos foi o H1N1. O número foi de 127, um recorde na série histórica monitorada pela Secretaria Estadual de Saúde desde 2009.
Vacina - A vacina contra o vírus influenza para 2026 ainda não está disponível nas unidades de saúde. No ano passado, a aplicação começou em 27 de março nos grupos prioritários.


