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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

20/12/2011 17:40

Em crise financeira, empresa demite 400 trabalhadores no Estado

Aline dos Santos

Nesta semana, a CGR Engenharia teve deferido o processo de recuperação judicial, medida legal destinada a evitar a falência.

Com sede na Vila Planalto, empresa tem mais de 15 anos. (Foto: João Garrigó)Com sede na Vila Planalto, empresa tem mais de 15 anos. (Foto: João Garrigó)

Em crise financeira, a CGR Engenharia demitiu 400 trabalhadores em Coxim, Camapuã, Água Clara e Campo Grande. Nesta semana, a empresa teve deferido o processo de recuperação judicial, medida legal destinada a evitar a falência. A empresa tem mais de 15 anos no mercado.

As demissões começaram em novembro e o Sinticop/MS (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada) começou hoje, por Coxim, rodada de reuniões com os trabalhadores e representantes da empresa.

De acordo com o assessor jurídico do sindicato, advogado Luiz Mesquita Bossay Júnior, os demitidos vão receber o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), mas a forma de pagamento das verbas rescisórias só será definido após 60 dias, quando vence o prazo dado pela justiça para que a CGR apresente seu plano de recuperação.

“Quando o documento ficar pronto, terá uma assembleia de credores, para definir a ordem de pagamento. E, claro, vamos tentar garantir o direito dos trabalhadores”, salienta o advogado. Em caso de salário atrasado, a legislação determina o pagamento imediato dos valores.

O plano de recuperação será elaborado por uma consultoria determinada pela justiça. Conforme a Nova Lei de Falências, em vigor desde 2005, a quitação da dívida com todos os credores pode levar anos.

Na sede da CGR, na Vila Planalto, é constante o ir e vir de trabalhadores e prestadores de serviços. Os primeiros querem saber o local e horário da rescisão contratual. Na mesa da recepção, já há uma pilha de folhas informando o endereço do sindicato em Campo Grande.

Enquanto os representantes de empresas querem receber. “Venho aqui quase todo dia”, relata Marivaldo dos Santos, representante da empresa Catarino Rosa de Souza, que executou serviços de construção de meio-fio e caçada. O pagamento da dívida de R$ 6.313 está atrasado há dois meses e meio.

O assistente administrativo Everton Borges conta que a empresa João Número 1 dos Chassis tenta há um mês receber os R$ 1.800 pelo serviço de manutenção de veículos.

A equipe do Campo Grande News chegou à empresa junto com o titular da Sedesc (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico), o vice-prefeito Edil Albuquerque (PMDB). Ele não revelou o motivo da visita.

À reportagem, a CGR informou que se manifestaria somente por meio da assessoria de imprensa e que no mais tardar amanhã emite uma nota oficial sobre a situação da empresa.

A nota oficial deve informar que as demissões não são exclusivamente por conta da crise financeiro, mas também por conclusões de obras e recesso do final de ano, promete honrar todos os seus compromissos com os funcionários e fornecedores e que no início de 2012 deve retomar as contratações.

Obras Públicas – No momento, a CGR Engenharia Ltda é responsável por executar duas obras do governo do Estado: a pavimentação da MS-436, entre os municípios de Figueirão e Alcinópolis e da BR-359, entre a cidade de Coxim e a divisa com o Estado de Goiás.

De acordo com o secretário estadual de Obras Públicas e Transportes, Wilson Cabral, as obras estão paradas por conta do recesso de fim de ano, prática usual adotada pelas empresas do setor.

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Aqui é uma esposa desesperada por falta de dinheiro e conta para pagar.
estou ansiosa para saber qdo é que essa impressa vai paga seus funcionário.
fico muito preocupada na minha concepção primeiro vem os trabalhadores, as pessoas que a frente desse processo que família estão passando privações.
 
Marlene oliveira de almeida em 21/01/2013 11:18:18
E como fica a situação das pessoas que ainda estão registrados na empresa? será que esses trabalhadores terão os seus direitos garantidos? Aalguns trabalhadores que ainda estão aguardando de férias e outros aguardando em casa sem bater o ponto, será que estes trabalhadores também serão despensados.
 
Milena Alves em 29/12/2011 11:24:36
Ué mas será que Giroto ,Andre e Renato ,não tem dinheiro para bancar tudo isto,e simplismente deixam a empresa fechar as portas
 
Jorge Fontes em 21/12/2011 12:29:00
o que realmente eu acho engraçado e ver a facilidade que as pessoas dizem os nomes dos outros, principalmente de gente famosa no nosso estado, politicos, e ate do governador, como se soubessem de algo, se souber esse negocio vira fofoca, se tem algo pra falar tem que usar os meios legais e provar, e se provar vai prestar um enorme serviço para o bem do estado.
 
luiz fernandes em 21/12/2011 10:26:20
é de se estranhar só a CGR pega as lecitaçoes do estado e quebrar em pleno PAC 2,todo mundo sabe uma reforma de um posto de saude custar 800.000.00,quando na realidade nao custou nem a metade,quanto mais milhares de KM de asfauto..eu desafio o MPE do estado averiguar isto. vou sitar uma frase do RAUL SEIXAS ´AINDA IREMOS PEDIR ASILO AO PARAGUAI:
 
LUIS JOSE DE OLIVEIRA em 21/12/2011 10:01:09
é hora do MP de preferencia federal e a CGU entrar em cena, vamos averiguar a fundo essa estória que esta muito mal contada, se for a fundo vão descobrir coisas do arco da velha.
 
JOSE DE MELLO em 21/12/2011 09:38:48
Tem caroço nesse angu. Essa estória está muito mal contada. Isso tudo está cheirando mais é um golpe. Seria apenas uma coincidência tudo isso acontecer com a proximidade de uma eleição?
 
José Eduardo em 21/12/2011 01:18:52
Como assim... vejam que REALMENTE É O DONO DA CGR , e vejam se tem problemas financeiros...
 
Junior Mascarenhas em 20/12/2011 10:31:58
Essa é a empresa que Giroto era um suposto sócio?
 
Lucas Verdes em 20/12/2011 08:15:57
A CGR está executando 02 obras grandes do Estado de MS e, agora, diz que está em situação financeira difícil? Quando ganhou a licitação para esses serviços, não foi verficado a "saúde financeira" da empresa, através de garantias? Estranho isso.
 
MARCELLO MENDES em 20/12/2011 08:06:21
Como assim tentar garantir o direito dos trabalhadores??? Os direitos trabalhistas vem em primeiro lugar, credores vem depois se sobrar dinheiro para eles.Isso tem uma cara de maracutaia...

 
Gerson Dias em 20/12/2011 06:15:57
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