A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

17/12/2013 07:10

Em protesto para evitar demissões, grevistas fecham Enersul a cadeado

Aline dos Santos
Na Calógeras, empresa foi fechada com cadeado. (Foto: Simão Nogueira)Na Calógeras, empresa foi fechada com cadeado. (Foto: Simão Nogueira)

A paralisação de 48 horas dos funcionários da Enersul começou com a instalação de cadeados em duas unidades da empresa em Campo Grande: na avenida Gury Marques, saída para São Paulo, e na avenida Calógeras, no Centro.

“Trancamos o portão da empresa e chamamos os funcionários para a mobilização”, afirma o presidente do Sinergia (Sindicato dos Eletricitários de Mato Grosso do Sul), Élvio Marcos Vargas.

A greve hoje e amanhã foi definida ontem, durante assembleia da categoria. O sindicato exige a garantia de que a venda da empresa para o grupo Energisa não resulte em demissões.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) analisa nesta terça-feira se aprova o plano da Energisa para assumir a Enersul e outras sete distribuidoras do Grupo Rede Energia.

Segundo Vargas, durante a paralisação será mantida cota mínima para cumprimento dos serviços essenciais. Na quarta-feira, às 16h, acontecerá uma nova assembleia.

Ontem, houve entendimento quanto ao reajuste. A empresa vai oferecer 6.48%, sendo 5.48% de reposição da inflação e o restante de ganho real. A Enersul tem 1.080 funcionários.

O plano da Energisa prevê R$ 154 milhões a menos em investimentos do que a necessidade da Enersul. Além do compartilhamento de estrutura e recursos humanos. A empresa atende a 94,4% da população de Mato Grosso do Sul, num total de 2,4 milhões de habitantes.



Não sei aonde você tirou essa conversa que houve violência sr Carlos Fernando, acho que você deveria se informar melhor antes de sair comentando coisas erradas.#FICAADICA.
 
sandro machado em 17/12/2013 18:35:04
carlos, é bom saber o motivo da greve e não ficar dando palpite de coisa que nao sabe; para seu conhecimento a classe é muita unida e aceitou, para seu conhecimento não houve violencia.
 
ary flores nogueira em 17/12/2013 17:44:26
Esta conduta dos dirigentes sindical em trancar as portas da empresa com cadeados, forçando a participação na greve, fere preceitos Constitucional. O TRT, por força de Lei, com A manifestação do MPT, deverá declara o movimento ilegal, impondo multa, com perdas e danos. Quer fazer?... Faça a coisa certa. Violência não conquista direito
 
CARLOS FERNADO em 17/12/2013 09:12:42
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions