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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

25/09/2011 09:13

Falta profissional de engenharia em MS e mais de 40% são importados

Viviane Oliveira

“Hoje falta no mercado em todo Brasil aproximadamente 30 mil profissionais”, diz presidente em exercício do Crea

Está faltando profissional de engenharia em Mato Grosso do Sul. Levantamento do Crea/MS (Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia) 58% dos profissionais registrados na instituição são graduados no Estado, o restante precisa vir de fora para atender a demanda do mercado.

Este cenário foi traçado durante a semana passada na palestra Jovem Aprendiz: Semente do Futuro, que a Enersul realizou para levar a um grupo de 170 estudantes do Senai mais oportunidade para todos pensarem sobre seu futuro profissional.

A iniciativa faz parte do Programa de Educação Ambiental da Concessionária que, apresentou aos jovens as oportunidades de atuação profissional em carreiras tecnológicas ligadas ao setor elétrico.

No Mato Grosso do Sul tem 15 mil profissionais ativos, e segundo o presente ainda falta para suprir a necessidade da demanda. No Mato Grosso do Sul tem 15 mil profissionais ativos, e segundo o presente ainda falta para suprir a necessidade da demanda.

De acordo com o presidente em exercício do Crea, Domingos Saib Neto, em função do cenário de desenvolvimento que vive Mato Grosso do Sul, hoje falta no mercado profissionais da área.

O presidente explica que em média 160 mil acadêmicos entram nas universidades em todo Brasil. Por ano conclui o curso cerca de 31 mil alunos. “Só no Mato Grosso do Sul temos 15 mil profissionais ativos e ainda falta para suprir a necessidade, agora você imagina esse número para atender a demanda do Brasil todo”, questiona.

Segundo ele, falta no mercado 30 mil profissionais na área da construção civil, arquitetura e agronomia.

Domingos explica que no Estado a construção civil está com mercado aquecido. “São muitas obras do município, Estado e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Fora as construções privadas que crescem a cada dia”, finaliza.

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Sinceramente, estou arrependido de ter feito a opção pelo curso de Eng. Mecânica, estou no sétimo semestre ( penúltimo ano), e não consigo uma vaga sequer de estágio em Campo Grande, quando aparece alguma pede um monte de experiência que um estudante não possui. Por não ter experiência é que se procura estágio, depois dizem que falta profissional; o que falta mesmo é oportunidade.
 
Douglas Santos em 17/04/2012 09:37:26
Na verdade se tem muito profissional mas oque acontece eh que as construtoras so querem profissionais com uma larga experiencia nao dando oportunidades aos recem formados e quando dão chance querem pagar um salário injusto causando assim um certo desinteresse pelos profissionais.
 
Aldo Hernandes Junior em 26/09/2011 09:33:09
Não vejo essas vagas para Eng. no MS. Com isso tive que sair do meu estado e vir para MT.
 
Felipe M. Eugênio em 26/09/2011 09:20:33
Eu admiro a imprensa não esclarecer esses fatos: o Wellinton tem razão, há muitos engenheiros, mas oportunidade para os pratas da casa são reduzidas. Quantos cursos de engenharia tem em Campo Grande? vários, se eformando todo ano, estão por ai em alguma outra função, como professor ou outra porque não caontratam. Como é grande a falta de esclarecimento a população e as mentiras sempre em frente
 
luiz alves pereira em 26/09/2011 07:19:00
o comercio de campo grande pouco valoriza seus construtores que acabam entrando em firmas grandes e renomadas como odebrech e camargo correa, infelizmente, fora os que tratam os funcionarios como escravos, tem muito engenheiro espertinho que quer serviço escravo....aqui ainda tem coronéis
 
ewerton silva em 25/09/2011 10:21:58
Sempre vai faltar profissional mesmo, as empresas não contratam engenheiros juniores. As vagas abertas no setor elétrico exigem muita experiência. Como um recém formado vai conseguir entrar no mercado de trabalho.
A enersul contratou quantos engenheiros recém formados e sem experiência nos últimos anos ???
 
wellinton mariano de almeida em 25/09/2011 09:52:58
é uma piada? Não faltam eng. no Brasil, falta pagarem um valor justo. Sou Eng Eletricista formado em 2009, desemp. O mercado prioriza pessoas com experiência sem dar chances aos jovens formandos. Quando há vagas para juniores, passamos por um intensivo processo; AS EMPRESAS Ñ QUEREM NOVOS ENG, ELAS QUEREM UM ENG COM ANOS DE EXPERIÊNCIA PARA ATUAR EM ATIVIDADES QUE UM RECÉM FORMADO PODERIA DESEMP
 
FABIO GRANJA SANTOS em 25/09/2011 08:01:39
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