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Campo Grande, Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2018

06/11/2012 10:17

Fetems quer 1,7 mil vagas em concurso para professor

Danúbia Burema

A Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) quer a abertura de 1,7 mil vagas no concurso para professor da educação básica, cujo edital será lançado ainda neste mês. A decisão será tomada em conjunto com as secretarias de Estado de Educação e Administração.

Nesta manhã, o presidente da Fetems, Roberto Botarelli, participa de reunião na secretaria de Educação para tratar do assunto. Segundo ele, as vagas a serem abertas devem suprir o déficit de 400 profissionais que deveriam ter sido efetivados no ano passado, 600 neste ano, além de 700 contratações referentes a 2013. “Nosso pedido é que sejam 1.700 vagas referentes a esses três números”, detalhou.

Nessas contratações estão incluídas vagas dos três concursos que deveriam ser realizados desde o ano passado, conforme acordo feito pela entidade com o Governo do Estado.

Segundo a Secretaria de Educação, o número final a ser disponibilizado no concurso será apurado pela Administração por meio de levantamento do déficit de professores. De acordo com a Fetems, a necessidade maior é na área de Ciências Exatas, mas o concurso deverá abranger também as demais disciplinas.

Atualmente há cerca de dez mil professores concursados na rede estadual. Outras três mil vagas são preenchidas por meio de contratações. No Diário Oficial do Estado desta terça-feira (6), por exemplo, a Secretaria de Educação publicou lista dos profissionais que estão substituindo professores de licença e nas funções de diretor ou coordenadores pedagógicos.

“Muitos desses convocados ocupam vaga pura (destinada a concursados). Nós estamos cobrando concurso justamente para diminuir esse número de contratos no serviço público”, apontou o presidente da Fetems.

De acordo com ele, no ano passado foram registradas nove mil convocações, número quase equivalente ao total de professores concursados em todo o Estado. A intenção da entidade é que as contratações ocorram apenas nos casos de licença dos professores concursados, com todas as vagas preenchidas por servidores efetivos do quadro.

Concurso–As vagas a serem abertas terão remuneração de R$ 1.508,29 por 20h de trabalho. Professores que já possuem concurso para 20h poderão acumular os cargos, chegando a remuneração de R$ 3.016,00 pelas 40h. Para participar é necessário ter nível superior. Aqueles que possuem especialização, mestrado e doutorado obterão mais pontos.

O edital deve ser lançado ainda neste mês. Já a realização das provas está prevista para fevereiro de 2013, com posse em agosto. Na prova, disciplinas específicas terão peso seis, português terá peso dois e o restante das questões, peso um. Para ser aprovado será necessário acertar pelo menos 50% da prova específica e não zerar nenhuma das demais disciplinas.

Segundo a Fetems, os demais detalhes do concurso ainda estão sendo acertados com a Secretaria de Educação.



A FETEMS, acho eu , que a sua função é defender a classe de professores e não somente professores concursados discriminando sempre os professores convocados e em determinados artigos colocando em dúvida até a capacidade dos mesmos o que é uma falta de respeito podendo ser considerado um "assédio moral". Esses profissionais que se dizem representantes de nossa classe precisam se preocupar em conhecer o nosso trabalho e nossa contribuição para a Educação . Esses srs. precisam se preocupar com todos os profissionais igualmente e exigir um concurso dentro da realidade que só assim eles poderão realizar o grande sonho de colocar na rua os convocados. Nós convocados gostaríamos muito de não sermos lembrados por pessoas que não dão valor algum ao nosso trabalho de críticas estamos cansados.
 
Angela Miranda em 06/11/2012 20:11:39
Negociar é caro precisamos de efetivar todos os professores. Quanto custa um concurso ? Quanto custa efetivar sem concurso por currículum vitae ? Façamos as contas então veremos uma situação vexatória de educadores, professores, pedagogos, engenheiros desempregados, contadores desempregados, portadores de diploma de licenciatura específica, especialistas, estrangeiros, deficientes físicos, deficientes mentais e sindicalistas pelegos. Negociar com o futuro da educação sem plano de carreira sem capacitação específica para o cargo e sem avaliar adequadamente uma prova que se acerta 50% significa que a outra metade não poderá ser avaliada. No último concurso caiu reportagem de revistas que nem circulam por aqui, conteúdos imaginados da cabeça de quem achava que avaliar é algo subjetivo.
 
Gregorio Vantuir Silva em 06/11/2012 10:46:53
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