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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

14/01/2012 10:55

Fiscalizações reprovam 20% das bombas de combustível em MS

Marta Ferreira

Nas duas primeiras semanas do ano, as fiscalizações feitas em postos de combustível pela AEM/MS(Agência Estadual de Metrologia) reprovaram 20% das bombas de combustíveis analisadas em Campo Grande. De um total de 235 bicos de bombas fiscalizados, 189 foram aprovados e 46 reprovados.

Conforme a Agência divulgou, os principais motivos para a reprovação foram mangueira danificada, vazamento interno, pré-determinador inoperante e sistema elétrico sem isolamento.

Os dados foram divulgados em meio ao clima de desconfiança gerado após reportagem mostrando fraudes para lesar o consumidor em postos de combustível, fazendo com que eles paguem por uma quantidade, mas levem menos.

De acordo com a AEM, durante todo o ano, são veitas verificações metrológicas periódicas e eventuais em bombas de combustíveis na Capital e no interior do Estado. “A verificação acontece para se constatar se o volume de combustíveis como gasolina, álcool ou diesel registrado pelo equipamento corresponde ao valor cobrado”, informou a agência.

Conforme a rotina informada, ao chegar no posto de combustível, os fiscais da Agência verificam se a bomba medidora possui a aprovação de modelo e lacres obrigatórios. Além disso, os fiscais também verificam se os componentes de segurança dos equipamentos estão em perfeito funcionamento e estado de conservação como: mangueiras, bico de descarga, eliminador de ar e válvulas de segurança, de acordo com instruções previstas no Regulamento Técnico Metrológico, aprovado pela portaria nº 023/1985 do Inmetro. Após os testes, as bombas aprovadas recebem as marcas de verificação (selos e etiquetas).

Em 2011-No ano passado, foram verificados 3.154 bicos no Estado. Desse número, 977, ou 30%, foram reprovados por apresentar irregularidades de não conformidade, que resultam em reprovação do instrumento e determinação de conserto ou manutenção.

De acordo com a Agência, reprovação não representa autuação por indício de irregularidade, pois depende das irregularidades constatadas.

Os motivos mais comuns para uma autuação são: ausência do lacre ou lacre rompido, erro contra o consumidor maior que o admissível, vazamento do bico de descarga acima do tolerado. Se a reprovação for originada de irregularidade que tenha causado prejuízo aos consumidores ou regulamentação da concorrência, o Regulamento determina a interdição e autuação do equipamento irregular.

Caso seja constatada alguma irregularidade, o estabelecimento é notificado e tem o prazo de 10 dias para se adequar. Após o término desse prazo a fiscalização executará a verificação eventual nos instrumentos que foram reprovados ou passaram por manutenção com substituição dos lacres do Inmetro.



Cade o Procon??

 
Antonio Lucas em 15/01/2012 12:38:53
Concordo com o colega Ricardo Lopes, se existem postos que estão "roubando" o combustível na hora de completar o tanque, o s nomes tem que ser divulgados para que nos consumidores não sejamos lesados.
 
Arnaldo Nunes Boni em 15/01/2012 12:25:57
Essa fiscalização da AEM/MS pode ter sua utilidade, mas para pegar os Postos que estão roubando na bomba como mostrou a reportagem do Fantástico, tem que primeiro pegar a amostragem de combustivel e fazer a checagem.
Aqui em Campo Grande tem muitos postos roubando na bomba, eu poderia citar uns cinco Postos. O mais honesto daqui, é um que fica na esquina da Tamamdaré com Julio de Castilho.
 
Reinaldo Sandim em 15/01/2012 10:25:47
será que está tudo certo mesmo, sem fraude???????
 
JOAO DE DEUS em 14/01/2012 05:45:56
É bom dar uma olhadinha na bomba do Posto dos "Taxistas", na Rua Calógeras. Meu carro tem reservatório com capacidade para 45 litros. No entanto, o frentista conseguiu colocar 51 litros no tanque, Quanto questionado sobre a quantidade, tive de ouvir o desaforo de que o compartimento de combustível do meu carro é igual a "coração de mãe".
 
Samir Campos em 14/01/2012 03:35:31
É fácil acabar com isso: DIVULGUEM TODOS OS POSTOS COM PROBLEMAS. Ai vão aprender que a gente não abastece em posto malandro. Mas tem que DIVULGAR TODOS. Senão não adianta nada fiscalizar.
 
Ricardo Lopes em 14/01/2012 01:55:11
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