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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

10/06/2011 10:52

Funcionários da UFMS decidem não aderir à greve nacional da categoria

Vanda Escalante

UFGD deve parar dia 15 e em Campo Grande terá nova assembleia dentro de 10 dias.

Assembleia votou pela não adesão à greve. (Foto: Pedro Peralta)Assembleia votou pela não adesão à greve. (Foto: Pedro Peralta)

Em assembleia com pouca participação, os funcionários técnico-administrativos da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul decidiram na manhã desta sexta-feira (10) que não vão aderir à greve nacional iniciada na última segunda-feira (06) por convocação da Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras).

O movimento, que já tem a participação de 24 das 46 universidades federais do país, ganhou ontem a adesão dos funcionários da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), que marcaram a paralisação para o dia 15.

Em Campo Grande, cerca de 30 pessoas participaram da assembleia convocada pelo Sista-MS (Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos das Universidades Federais de Mato Grosso do Sul). Por ampla maioria dos presentes (24 votos), a assembleia optou pela não adesão à greve.

As deliberações em Mato Grosso do Sul – com uma das universidades aderindo ao movimento e outra não – refletem a realidade no nível nacional, já que a decisão de greve pela Fasubra foi tomada com diferença de apenas 3 votos. Batizado de Campanha Salarial Emergencial 2011, o movimento reivindica basicamente reajuste e piso salarial, acréscimos por progressão na carreira, além de melhoras nas condições de trabalho e abertura de concursos públicos.

De acordo com o coordenador geral do Sista-MS, Lucivaldo Alves dos Santos, o entendimento é de que houve uma “precipitação” por parte do comando nacional e a expectativa agora é de uma greve longa.

“Havia uma reunião marcada para o dia 7, com os ministérios do Planejamento e da Educação. Com o início da greve, o governo federal suspendeu as negociações alegando o rompimento unilateral. Historicamente, quando um movimento começa dessa forma, é sinal de que vai demorar para haver um desfecho”, avalia Lucivaldo.

O coordenador informou ainda que nova assembleia em Campo Grande deve ser convocada para dia 20 ou 21, com o objetivo de reavaliar a situação. Na UFMS são cerca de 2.300 funcionários filiados ao Sista-MS.



E, mais uma vez, os alunos é que serão prejudicados. Com todo respeito, Srs. servidores,se não estão satisfeitos com seus vencimentos salariais, que passem em outro concurso que remunere melhor, ou vão para a iniciativa privada.
 
MARCELLO MENDES em 10/06/2011 11:15:19
Senhor Marcello Mendes,

Após trabalhar 32 anos no serviço publico sendo 24 anos na UFMS, me dá o direito de defender o pão de cada dia do modo como deve ser feito, com luta, com greve com muita garra, e se o senhor nunca reivindicou nada ou não precisa de dinheiro, saúde e nem de educação, deve ser porque deve ter nascido em berço de ouro e nunca irá trabalhar, pois todos os trabalhadores reivindicam seus direitos no mundo inteiro. Em tempo: Me formei na UFMS e no segundo ano enfrentei uma greve de 100 dias e nunca fiquei contra os funcionários e naquele tempo era só aluna.
 
ARTEMISIA MESQUITA DE ALMEIDA em 10/06/2011 11:11:36
Exatamente senhor Marcello, vamos todos deixar a UFMS, aí sim fica bom para os alunos, sem Biblioteca, sem seção de graduação para as matrículas, afinal pra que profissional né? Para quê se lutar pela valorização da Universidade pública se existe a privada? Que vão todos para a privada que lá é que é bom e quem nao tem dinheiro que vá pra outro país já que é pra desistir mesmo!
 
Marlon Brendon da Silva em 10/06/2011 03:53:54
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